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Classificações dos purificadores: cloro e bactérias

classificação dos purificadores de água

Talvez você já tenha percebido que existe uma etiqueta azul com classificações dos purificadores de água. Esta etiqueta é o Selo do INMETRO, Instituto responsável por avaliar e certificar estes produtos no mercado.

O teste do INMETRO para purificadores de água é complexo e envolve várias etapas e ensaios. Por outro lado, há alguns deles que são determinantes para a qualidade da água oferecida. Você já ouviu falar sobre retenção do cloro e eficiência bacteriológica? 

Estes dois critérios são igualmente importantes para classificar a eficiência do produto. Afinal, como funcionam estas classificações dos purificadores? Fique com a gente para entender melhor e fazer a escolha do produto ideal para você!

Entenda como as bactérias podem influenciar as classificações dos purificadores de água

Na água, podem existir diversos microrganismos nocivos. Ainda que ela seja considerada adequada para consumo humano, existem outros riscos de contaminação. As condições das estruturas de tubulações, bem como de reservatórios podem afetar sua qualidade até chegar à torneira.

Dessa forma, os purificadores se propõe a melhorar a qualidade da água. A capacidade de eliminar esses microrganismos é uma das classificações dos purificadores.

O teste de eficiência bacteriológica determina se o aparelho possui um sistema realmente eficiente neste combate. Os equipamentos “com eficiência bacteriológica” conseguem eliminar o percentual mínimo de bactérias. Por outro lado, os que não atingem este valor, são considerados “sem eficiência bacteriológica”.

Para este ensaio, coleta-se 200 ml de água logo depois de passar pelo aparelho para realização da contagem bacteriana. Para ser aprovado, o aparelho deve ter resultado satisfatório tanto no ensaio do começo da vida útil, quanto do final.

Outro importante teste dentro das classificações dos purificadores é o de redução do cloro livre. Vamos descobrir mais sobre ele?

Redução de cloro livre

À primeira vista, pode parecer estranho querer reduzir o cloro presente na água. Isto porque esta é uma medida antiga praticada pela população. Há mais de 100 anos, o uso do cloro é tido como um padrão eficiente para a limpeza da água.

O cloro é uma substância utilizada para oxidar a matéria orgânica proveniente dos mananciais. Assim, ele elimina ou impede que bactérias, vírus e protozoários nocivos surjam e se multipliquem.

Atualmente, a adição de cloro na água é normatizada pelo governo federal. É um importante processo de desinfecção nas Estações de Tratamento de Água (ETAs). 

Afinal, por que a redução desta substância é um dos indicadores nas classificações dos purificadores de água?

O cloro é muito eficaz na desinfecção. Por outro lado, é também um forte agente oxidante que não deve ser consumido em excesso. A tecnologia de muitas ETAs está obsoleta para remover os novos e diversos tipos de poluentes que existem. 

Dessa forma, as ETAs utilizam mais produtos químicos, como o cloro, para remediar essas contaminações. O excesso de cloro residual pode causar riscos à saúde, bem como prejuízos. Conheça alguns deles:

  • Formação de subprodutos nocivos à saúde, como as Cloraminas (que estimulam alergias) e os Trihalometanos (potencialmente cancerígenos);
  • Degrada as membranas, diminuindo a durabilidade de filtros de pré tratamento, aumentando os custos com manutenções;
  • Aumento da corrosão de tubulações galvanizadas,  gerando maiores gastos com manutenção; 
  • Possíveis alterações de sabor, odor, turbidez e cor.

Os níveis de cloro permitidos são definidos pela Portaria da Consolidação nº 5/2017 do Ministério da Saúde. Assim, a água fornecida deve ter ao menos 0,5 (mg/L) e no máximo 2 mg/L de cloro residual livre.

Juntamente com o teste de eficiência bacteriológica, esta é uma das classificações dos purificadores que teve a nomenclatura alterada. Antigamente, o ensaio classificava a capacidade do aparelho em reduzir o cloro de acordo com a tabela:

Classe (C)Percentual de redução
I> 75%
II50 à 74,9%
III25 à 49,9%

Atualmente, não existe mais a tabela, e sim apenas duas novas classificações:

  • Com redução de Cloro Livre;
  • Sem redução de Cloro Livre

É importante saber que a norma prevê que a variação mínima de redução deve ser de 25% a 49,9%. Logo, todos os aparelhos com redução atingem o mínimo necessário.

Entender as classificações dos purificadores de água é escolher melhor

Definitivamente, os purificadores de água são produtos com algumas complexidades técnicas. Na hora de escolher o aparelho ideal para você e para a sua família, é importante estar bem informado.

O desempenho e a qualidade da água podem ser entendidos de acordo com as classificações dos purificadores. Na hora da compra, é essencial compreender as informações contidas no Selo do INMETRO. Da mesma forma, procure pela classificação específica do refil na hora da troca. O Selo Abrafipa garante a qualidade e a procedência do refil, do começo ao fim. 

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