Tudo sobre água

Existem contos e lendas sobre água? Qual a origem da palavra água? Por que é importante ter água em outros planetas? Aqui você descobre essas e muito mais curiosidades sobre ela!

Você sabe de quanto em quanto tempo tem que trocar o refil do seu EUROPA? Saiba mais sobre a importância da manutenção correta do seu aparelho.

A essência dos nossos produtos, onde toda a mágica acontece, são as câmaras de purificação ou, refis. Seja para os aparelhos SNTA ou para os produtos com sistema HF, é dentro dos refis que ficam os elementos responsáveis pelos processos físico, químico e bacteriológico de filtragem e purificação da água. Assista ao vídeo dos nossos sistemas e entenda um pouco melhor sobre como funciona:

https://www.youtube.com/watch?v=TgpwcQ3UO8w

Para que a qualidade da água que você e a sua família bebem em casa continue a mesma sempre, é essencial que a troca do refil seja feita no tempo correto. Estes elementos filtrantes que ficam dentro das câmaras têm um tempo de vida útil, ou seja, um tempo determinado (estimado pelo volume de água que será filtrada naquele período) em que eles mantêm a eficiência de filtragem e purificação em sua totalidade. Passado este tempo, a eficiência da filtragem pode ficar um pouco comprometida e, portanto, a qualidade da água também.

Há duas maneiras de saber quando trocar o refil do seu purificador: pelo tempo ou pelo volume de água consumido. Os aparelhos que têm o Contágua acoplado (ou aqueles que contam com ele como acessório) indicam os litros de água consumidos e apontam também no visor quando o refil está “vencido”.

Os outros aparelhos contam com a ajuda do Eurotimer para indicar o momento da troca: essa etiqueta adesiva que é ativada no momento do início do uso do aparelho e dispara uma reação química em seu pequeno sistema, contando a passagem do tempo e mostrando a cor vermelha quando está na hora de fazer a manutenção.

Os modelos das linhas EUROPA Bliss, EUROPA Da Vinci e EUROPA Noblesse têm vida útil de 1 ano ou 3.000 litros, o que vier a vencer primeiro. Pode ser que passe 1 ano todo sem que os 3.000 litros sejam consumidos, mas, ainda assim, é hora de trocar o refil.

Para quem não gosta de se preocupar com manutenção, os modelos das linhas EUROPA Palladium e EUROPA Summer têm vida útil de 2 anos ou 6.000 litros. Já a jarra EUROPA MOV e o EUROPA For Pet têm vida útil mais curta, de 4 meses.

Fique atento ao tempo de troca do seu EUROPA e aproveite a melhor água sempre! 😉

Nunca foi tão divertido enviar um postal! Descubra onde ficam as 4 agências de correios subaquáticas do mundo.

 

Já pensou em vestir uma roupa à prova d’água e mergulhar a alguns metros de profundidade para enviar um cartão postal, cercado de uma paisagem linda e vida marinha abundante? Existem alguns lugares no mundo, em que é possível ter essa experiência.

A primeira caixa de correios subaquática do mundo foi criada nas Bahamas, em 1939, mas, infelizmente, já não existe mais. Ela foi idealizada por John Ernest Williamson um dos pioneiros da fotografia submarina em todo o mundo. Debaixo d’água, existem 4 caixas de correio em atividade espalhadas pelo globo. Descubra quais são elas:

 

1. Vanuatu

No arquipélago de Vanuatu, localizado a noroeste da Austrália, está localizado um dos correios subaquáticos mais famosos do mundo. Criado em 2003 como uma medida de incentivo ao mergulho, ele está a 3 metros da superfície e recebe cartões-postais impermeáveis fornecidos em terra pela companhia de correios local. Os turistas que praticam mergulho podem deixar sua correspondência por lá ou até pedir para alguém levar para eles.

Periodicamente, um dos 4 funcionários empregados no posto, mergulha para recuperar os cartões e enviá-los ao redor do mundo, não sem antes, é claro, carimbá-los com dispositivo que cria uma espécie de alto-relevo no papel, já que usar tinta poderia contaminar a água e até mesmo nem se fixar no cartão.

 

2. Japão

 

A caixa de correio submarina foi criada na cidadezinha de Susami, no Japão, em 1999. A vila vive da pesca e inaugurou a caixa postal para divulgar o caminho Kumano Kodo, uma rota de peregrinação que passa por lá. O correio subaquático fica a 10 metros de profundidade e se tornou uma atração local, já que a pequena vila não tinha muitos atrativos até então.

Anualmente, a estação recebe até 1,5 mil cartões-postais de visitantes que os compram em uma lojinha e mergulham para despachá-los no fundo do mar. De tempos em tempos, um funcionário retira as correspondências, que são preenchidas previamente com uma caneta à base de óleo resistente a água.

 

3. Malásia

Em 2015, a Malásia bateu o recorde mundial com a mais profunda caixa de correio já feita, na ilha de Layang-Layang. Ela fica a 40 metros da superfície do mar e recebe correspondências dentro de sacos plásticos impermeáveis. Além de um carimbo especial, as cartas são autenticadas pelo livro dos recordes da Malásia.

 

4. Noruega

Na cidade de Risor, no litoral sul da Noruega, está localizada uma caixa de correio a 4 metros de profundidade. Os turistas podem colocar suas correspondências em uma caixa ainda no cais, que recebe as encomendas, coloca-as em plásticos impermeáveis e depois o mergulha na caixa submersa.

 

 

Não se esqueça de mandar um postal de cada lugar para a gente! 😉

Fonte: Mega Curioso

Descubra 6 bons motivos para você dar um bom mergulho no mar!

Todo mundo quer correr para a praia quando chega o verão. Além de elas serem um ótimo destino para a diversão, a praia também é ótima para uma vida saudável, já que a água mar traz vários benefícios comprovados para nossa saúde. Confira alguns dos benefícios presentes na água salgada.

 

1. Diminui a tensão e o estresse

Por ser rica em magnésio e em outras substâncias benéficas ao nosso corpo, a água do mar alivia a tensão das articulações e dos músculos, consequentemente, diminuindo o estresse e a ansiedade.

 

2. Fortalece o sistema imunológico

Segundo um estudo realizado na Espanha, pela Universidade de Alicante, a água do mar contém cloreto de sódio, bem como outras substâncias que são importantes no desenvolvimento do melhor funcionamento de nossas células, aumentando a imunidade e ajudando, portanto, na prevenção de doenças.

 

3. Cicatrização e tratamento da pele

Os sais minerais presentes na água têm efeito antibiótico, ajudando no alívio e cicatrização de vários casos de doenças cutâneas, desde simples feridas ou inflamações, até algumas as mais sérias como dermatites. Um banho de mar também elimina a pele morta acumulada, proporcionando uma leve escamação benéfica, sendo um recurso natural e poderoso para o tratamento da psoríase e da caspa.

 

4. Melhora a respiração

Somente respirar a brisa do mar já tem seus benefícios comprovados. Um estudo realizado na Austrália revelou que a inalação da brisa alivia a sinusite e tosse por conta da solução de cloreto de sódio presente. Ao se banhar, a água salgada contribui com a eliminação de toxinas, bem como também de elementos alheios presentes nos pulmões.

 

5. Auxilia no tratamento da Insônia

Um dia na praia com direito a banho de mar também ajuda as pessoas que sofrem de insônia. Com o corpo mais relaxado e depois de ouvir o barulho hipnotizante das ondas, o sono tem a tendência de ser mais pesado e revigorante.

 

6. Neutralização das energias negativas

Ao mergulhar no mar nos dá a impressão de deixar as energias ruins para trás, nos dando uma nova dose de ânimo. Mas não é somente impressão, o sal é capaz de restaurar nossas energias e neutralizar a carga negativa do nosso corpo, auxiliando também no rejuvenescimento celular e equilíbrio das reações bioquímicas do nosso organismo.

 

Fonte: Mega Curioso

E se você pudesse trabalhar à bordo de um coworking flutuante e sustentável, que percorre os sete mares?

Em um mundo de competição acirrada por empregos, trabalhar longas horas tornou-se a regra e as pessoas têm cada vez menos tempo para equilibrar os outros aspectos essenciais de nossas vidas (pessoal, saúde, espiritual). Em resposta a isso, muitos trabalhadores têm usado a tecnologia a seu favor, produzindo e operando em lugares independentes e em horários mais flexíveis, mudando a noção já estabelecida de estar sentado no escritório durante 8 horas seguidas.
Para atender a esses nômades digitais, centros de trabalho colaborativos surgiram em muitas cidades ao redor do mundo. Agora, há também uma incrível novidade: o Coboat, um catamarã de energia sustentável que funciona como um espaço de coworking flutuante para até vinte nômades digitais de cada vez.

Coboat3

Os co-fundadores James Abbott, Tommy Westlin, Gerald Schombs e Karsten Knorr tiveram a ideia depois de se inspirarem na atmosfera dos coworkings, bem como no sonho de poder navegar o mundo. Trata-se de combinar o espírito empreendedor encontrado em muitos espaços de trabalho conjunto com uma aventura em alto mar, adotando quase um estilo de vida.

Coworking zero carbono

O espaço utilizado pelo Coboat é um catamarã Nautitech de 82 pés de comprimento, que é impulsionado por energia solar e eólica. O objetivo do Coboat é ter zero emissões de carbono, usando energia renovável para fornecer água potável dessalinizada, bem como uma conexão de Internet 24/7, fornecida por satélite (durante o período de navegação) ou por redes 3G ou 4G quando estiver atracado.

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Permanecer no Coboat não é barato, mas muitas pessoas já se inscreveram, desde o lançamento, em 2015. O preço começa em US $ 1.320 por semana e inclui acomodações compartilhadas, todas as refeições, bebidas não alcoólicas e taxas portuárias. O Coboat já partiu da Tailândia, das Maldivas, das Seychelles e do Mediterrâneo, e terminou no Caribe no final de 2016.

Se quiser saber mais e, quem sabe até buscar o seu lugar nessa aventura, acesse https://www.coboat.org.

 

Fonte: www.treehugger.com

E se você pudesse dançar para gerar a energia que alimenta a boate? Saiba mais sobre a balada sustentável.

A casa noturna Surya, localizada em Londres, tem o apelo de ser a primeira balada ecológica do mundo. Os banheiros com água da chuva, os painéis solares no telhado e a turbina eólica são muito legais, mas não são a grande novidade: a eletricidade não vem da tomada, e sim da animação da galera.

É na pista de dança que a magia acontece: ela é composta de tábuas de madeira, mas logo abaixo estão cristais que se comprimem quando as pessoas passam por cima deles e, à medida que se movem, uma corrente elétrica é gerada. De acordo com os idealizadores do clube, essa “piezoeletricidade” gera energia elétrica para alimentar o ar condicionada, o som e a luz da boate: a pista high tech consegue gerar até 60% de toda a eletricidade consumida pelo clube.

Para evitar que a balada fique sem luz caso a galera não se anime com o dj, a boate conta com um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica. Somando tudo isso, os donos do clube dizem que a eletricidade dá e sobra – o excedente é doado aos imóveis vizinhos.

 

Mas a temática ecológica não pára aí. As paredes do Surya são sensíveis ao calor e mudam de cor quando a casa está cheia e, literalmente, “fervendo” – a ideia é fazer uma referência ao aquecimento global. No banheiro, as descargas e torneiras utilizam água de chuva. E como não poderia deixar de ser, todos os vidros, metais, plásticos e papéis são reciclados. Já o bar causa certo estranhamento, já que serve bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico, com um destaque bastante peculiar: uma tal de “biocerveja”.

A decoração do local é toda feita de materiais reciclados: todas as prateleiras de bebida são feitas de madeira recuperada, CDs antigos estão presos nas paredes e há um sofá feito de uma banheira antiga. Até as capas dos bancos e as cortinas são feitas de cânhamo.

Você sabia que o Planeta Vermelho já teve muita água na sua superfície?

As imagens que existem de Marte lembram muito um grande deserto de terra árido e inóspito, repleto de tempestades de poeira. Porém, este planeta tem sido objeto de estudo e de pesquisas para desvendar o mistério da existência ou não de seres vivos. Para descobrir isto, os cientistas têm seguido um verdadeiro rastro da água, uma vez que a vida, como nós conhecemos, sempre surge em um meio aquoso. Sabe-se que o planeta vermelho pode ter sido parecido com a Terra há muitos anos, tendo sua superfície coberta com muita água.

Sabe-se, aliás, que existe água congelada nos polos e que as estranhas estrias escuras, que surgem todos os anos em certas encostas íngremes, são vestígios da água salgada, essa em estado líquido, que aí escorre ciclicamente durante pouco tempo (pois a água em Marte passa muito depressa para o estado gasoso

Mas, o que será que aconteceu para que a água de Marte desaparecesse e o planeta mudasse tanto a sua estrutura?

Segundo um estudo feito por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a perda do campo magnético em Marte causou a perda apenas de parte do líquido essencial para a vida. O restante da água teria sido absorvido pelas rochas de basalto, muito comuns no nosso planeta vizinho, e que podem reter aproximadamente 25% mais de água em seu interior do que as mesmas pedras existentes na Terra. Isso porque o basalto marciano é muito rico em óxido de ferro.

É importante frisar que, quando se fala de água nas rochas, não se trata de água líquida, mas sim de água que se encontra nas redes cristalinas que compõem os minerais. Para se ter ideia da capacidade de absorção das rochas em Marte, a estimativa dos cientistas é de que, ao longo dos bilhões de anos, a superfície do planeta chegou a “sugar” o equivalente a um oceano com mais de três km de profundidade.

O estudo mostra ainda que as rochas foram responsáveis por retirar toda a água da superfície e levar para o interior do planeta. Como já foi absorvida, a água não é capaz de voltar para a crosta de Marte. Isso porque o basalto não é uma esponja: ele quebra a molécula da água (H2O), absorvendo o oxigênio e eliminando o hidrogênio para a atmosfera (ou para o espaço sideral).

Em resumo, o que a equipe descobriu é que, por um lado, a água desaparecida está presa na estrutura mineral das rochas marcianas e, talvez, a única forma de libertar essa água seria derreter a rocha.

Para nossa sorte, a Terra, além de ter um tamanho bem maior do que o Planeta Vermelho, possui menos ferro e a temperatura é diferente também. Com isso, conseguimos manter uma boa quantidade de água na superfície, o que contribuiu para o surgimento da vida.

 

Fonte: BBC Brasil

 

 

 

Descobertas recentes da Nasa mostram que a Terra não é o único Planeta Água.

No início desta semana, a NASA (Agência Espacial Americana) anunciou que conseguiu comprovar a existência de água líquida e corrente em Marte. A novidade não está no fato de descobrir a presença de água no planeta: já se sabia da presença de água em Marte, porém a maior parte encontra-se em estado sólido, abaixo da superfície. Agora trata-se de água líquida, na superfície (mesmo que em pequena quantidade) e condicionada ao clima (no inverno congela e no verão derrete, descendo as montanhas).

Existem ainda outros planetas com presença de água já detectada pelos cientistas e, alguns deles, têm muito mais água que a Terra. Recentemente, uma análise de dados com mais de 20 anos mostrou que a Europa, lua de Júpiter, tem duas vezes mais água do que o nosso planeta. Mesmo assim, ela ainda está longe de ser o astro com mais água do sistema solar.

Enquanto a Terra tem 1,335 ZL de água, Europa tem 2,6 ZL. Os demais astros com mais água do que o nosso planeta são Callisto (5,3 ZL), Titan (18,6 ZL) e Ganymede (35,4 ZL). O último deles (Ganymede ou Gamínedes) é a maior lua de Júpiter e ganha destaque, pois 69% do seu volume pode ser composto de água.

A Nasa planeja agora uma missão rumo à Europa para mapear a lua gelada com detalhes. A sonda Europa Clipper tem previsão de lançamento para 2022 e só deve chegar ao seu destino três anos mais tarde.

Fonte: G1, Business Insider e UOL

 

 

Você sabe por que os nossos dedos “murcham” depois que passamos muito tempo na água?

Quando tomamos aquele banho mais demorado ou passamos o dia todo no mar, na piscina ou no lago num dia bem quente de verão, os dedos das nossas mãos e pés ficam todos enrugados, parecendo que murcharam.  Este fenômeno acontece com todo mundo e é perfeitamente natural, mas você já se perguntou por que ele acontece?

Algumas pessoas pensam que a pele fica desidratada e, por isso, o aspecto murcho da pele. Mas, essa explicação está completamente equivocada. De maneira resumida, podemos dizer que o que ocorre é uma absorção excessiva de água na epiderme, a camada mais externa de nossa pele. A epiderme dos dedos é composta por uma proteína – a queratina – que forma uma barreira protetora limitada contra umidade, bactérias e corpos estranhos. O contato prolongado com a água, porém, faz com que as células da epiderme acabem absorvendo água e inchando. Para caber o volume de água absorvido, a pele enruga.

Este efeito de enrugamento ocorre mais nas extremidades do corpo (mãos e pés) por serem estes locais de maior concentração de umidade. E se a água estiver quente ou morna, o enrugamento é mais intensificado e a pele apresenta aspecto ainda mais envelhecido. Habitualmente a pele retorna a sua normalidade alguns minutos após a secagem, por evaporação da água de sua superfície

Um estudo realizado nos útlimos anos por cientistas ingleses aponta que esta característica pode ser uma vantagem evolutiva adquirida pelos seres humanos. Na Universidade de Newcastle, ao norte da Inglaterra, cientistas solicitaram que voluntários pegassem bolas de gude imersas em um balde d’água com uma mão, passando as bolinhas por uma pequena abertura para a outra mão, para colocá-las em outro local.

O estudo sugere que as rugas têm a função específica de tornar mais fácil o manuseio de objetos embaixo d’água ou de superfícies molhadas em geral, o que pode ter sido uma vantagem para os primeiros humanos quando procuravam por alimentos na natureza.

Por muito tempo, acreditava-se que os dedos enrugados indicavam apenas uma reação automática, provavelmente sem nenhuma função. Porém, estas últimas pesquisas revelaram que as rugas são um sinal de vasoconstrição como resposta à água, o que, por sua vez, é uma reação controlada pelo sistema nervoso. Isso indica que é muito provável que este seja um resultado da evolução, uma vez que esta resposta não seria selecionada se não conferisse algum tipo de vantagem.

Fontes: Terra, BBC, Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS

 

Na América Latina, água e sal se juntam para formam o maior espelho natural do mundo.

Você já teve vontade de caminhar no céu ou deitar em uma nuvem? No sul da Bolívia, em alguns momentos do ano, isso parece possível. O maior espelho natural do mundo, criado quando uma fina camada de água se reúne numa vasta planície de depósitos de sal, é tão magnífico que lembra um sonho, uma miragem. A visão do reflexo infinito das salinas no Salar de Uyuni é conhecida como “o céu na terra”.

O incrível fenômeno natural acontece quando pequenas quantidades de água (na época de chuva) inundam a planície de sal, criando uma imensa superfície de reflexo, como um espelho, que faz com que pareça que as pessoas estão caminhando no céu. As salinas se estendem por 6.500 quilômetros, como um enorme mar branco. Quando “alagado”, o Salar torna-se o maior espelho do mundo.

Laguna-Colorada

 

O Salar, além de ser impressionante, também contém a maior concentração de lítio no mundo, vital para computadores e baterias de telefones. Cerca de 70% do fornecimento deste metal precioso no planeta está contido nessa área.

A maravilha geológica da América do Sul é tão plana que a NASA usa sua superfície para calibrar as órbitas dos satélites. O Salar é rico em água mineral e também acolhe lindos animais selvagens em algumas épocas do ano, como os enormes bandos de flamingos rosas.

Se optar por tirar férias e conferir o maior espelho do mundo, ainda pode aproveitar de paisagens distintas e inacreditáveis da região, como as lagoas de água cristalina ou água avermelhada, montanhas, vulcões, gêiseres funcionando a todo vapor e pedras esculpidas pelo vento.

 

E aí, partiu? 😉

Em 2018, o Dia Mundial da Água quer pensar em soluções para os problemas hídricos do mundo usando a própria natureza como recurso.

O Dia Mundial da Água é sempre celebrado no dia 22 de março e, neste ano, terá como tema “Natureza para a água  – a resposta está na natureza”. Este tema sugere um debate acerca de como explorar maneiras de utilizar a própria natureza para combater os problemas hídricos que já temos e aqueles que ainda podemos ter.

Da mesma maneira que os danos ambientais e as mudanças climáticas geram crises relacionadas à água, o bom trato com o meio ambiente também gera reflexos positivos à gestão desse preciosos líquido. Ações do homem que causam impactos negativos na natureza, tais como o descarte irregular de resíduos, o consumo exagerado de fontes hídricas e a precariedade de sua conservação, além da exploração dos recursos naturais, ocasionam graves problemas à sociedade, com impactos econômicos e sociais, além dos danos ao equilíbrio ecológico. Em contrapartida, ações positivas também podem gerar importantes mudanças construtivas para o meio ambiente.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), as soluções baseadas na natureza têm o potencial de resolver muitos dos nossos desafios com o tema água. É necessário investir muito mais numa infraestrutura “verde” e harmonizá-la com a infraestrutura “cinzenta” sempre que possível. O plantio de novas florestas, reconectar rios às planícies alagadas, restabelecendo zonas úmidas reequilibrarão o ciclo da água e melhorarão a saúde humana e os meios de subsistência.

As discussões do Dia Mundial da Água 2018 têm sempre o objetivo de sensibilizar o olhar das pessoas e ampliar a conscientização com relação à água. Neste ano, a ideia é mostrar que a natureza por si só pode ser a solução para os problemas naturais e, principalmente, para os problemas relacionados à água, se mantivermos um ambiente harmônico e propício para que ela siga seu curso.

 

Fonte: agua.com.org

 

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