Tudo sobre água

Existem contos e lendas sobre água? Qual a origem da palavra água? Por que é importante ter água em outros planetas? Aqui você descobre essas e muito mais curiosidades sobre ela!

EUROPA patrocina a 4a edição da DOG RUN em São Paulo. Confira!

EUROPA Dog RunO cachorro é, de fato, o melhor amigo do homem, porque até na hora da corrida, eles não se separam. Na DOG RUN, cães e seus donos caminham e correm juntos, num evento esportivo para toda a família, repleto de atrações e diversões.

Na manhã do dia 9 de abril, mais de 1.000 pessoas se reuniram no estacionamento do shopping SP Market para participar de 2 modalidades de percurso, totalizando quase 2 quilômetros: uma cãominhada e uma cãorrida.

A prática de exercícios físicos só traz benefícios, tanto para os cachorros quanto para as pessoas e a EUROPA, comprometida em levar mais saúde para todos os brasileiros, marcou presença como patrocinador do evento, apresentando seu mais recente lançamento: o EUROPA for pet, um purificador de água para cachorros.

EUROPA Dog RunPara manter os pets todos hidratados durante o evento, a EUROPA forneceu diversos produtos, que levaram água de qualidade aos bichinhos. Os primeiros 5 homens e as primeiras 5 mulheres a cruzarem a linha de chegada receberam um troféu e um kit da corrida de presente.

Se você também ama correr e tem vontade de levar seu cachorro para passar um domingo divertido junto com você e com a sua família, anote na agenda: a próxima edição da DOG RUN já está marcada para o dia 16/07, e a EUROPA estará novamente presente, oferecendo água de qualidade e celebrando esse momento simples e alegre da vida.

 

 

Água com açúcar realmente acalma?

No nosso país, é um costume oferecer um copo de água com açúcar a alguém que está muito nervoso, aflito e que acabou de passar por alguma situação muito estressante. Mas, será que essa combinação realmente tem efeito calmante?

Para muitas pessoas e muitos médicos, inclusive, água com açúcar não passa de uma crendice popular, funcionando apenas como um placebo. Um placebo é toda e qualquer substância sem qualquer propriedade medicinal ou farmacológica, que acaba tendo apenas um efeito psicológico para quem toma.

Ou seja, ao tomar água com açúcar, não existiria nenhuma substância calmante ativa fazendo efeito de fato no organismo, mas apenas a sensação da pessoa de que aquela mistura irá acalmá-la, o que muitas vezes funciona. O açúcar, quando ingerido, seja na água ou nos alimentos, é metabolizado pelo nosso organismo se transformando em glicose e frutose, duas importantes fontes de energia, que não possuem nenhum poder tranquilizante ou sedativo.

Porém, há quem acredite que água com açúcar tenha seu real valor. Isso se explica da seguinte maneira: o açúcar que é ingerido aumenta o nível de glicose no sangue, desencadeando a produção de insulina. Entre outras funções, a insulina é responsável por enviar sinais ao cérebro, aumentando o nível de serotonina. Já a serotonina, por sua vez, é um neurotransmissor que causa um efeito sedativo e calmante.

Como não há nenhuma comprovação científica a respeito da eficácia dessa mistura, a nossa famosa água com açúcar continuará dividindo opiniões. Então, na hora do nervoso,  é melhor contar até dez e respirar fundo ou então tomar um bom chá de camomila ou erva-cidreira para se acalmar. ;)

Você sabe o que significa watsu?

Talvez você tenha pensado em alguma comida ou estilo de música oriental, mas watsu tem tudo a ver com a água, na verdade: watsu é uma modalidade terapêutica praticada na água, e seu nome tem origem na junção das palavras water (água em inglês) e shiatsu (pressão dos dedos em japonês).

A água tem muitas propriedades terapêuticas e é um santo remédio para diversos males. Tomar um banho quente ou ouvir o som de um riacho pode ser uma ótima maneira de ajudar a combater o stress do dia a dia e renovar as energias. Pensando em unir a capacidade curativa das águas termais ao equilíbrio de energias corporais gerado pelo zen shiatsu (massagem oriental que utiliza alongamentos e toques em determinados pontos do corpo), o americano Harold Dull desenvolveu a técnica do watsu, no início dos anos 80.

As sessões de watsu são individuais e duram aproximadamente 1 hora. Com a temperatura da água em tono dos 32 a 35 graus, a única função de quem recebe a técnica é fechar os olhos e relaxar. O calor da água, a flutuação e os toques em pontos específicos do corpo tornam possível um profundo relaxamento muscular, propiciando um estado de consciência elevada, em que corpo, mente, energias e emoções estejam integrados.

Sempre com o rosto para fora da água, o paciente recebe uma sequência de movimentos de pressão em algumas parte do corpo e realiza alongamento em outras partes, auxiliado pelo terapeuta. O watsu não tem nenhuma contraindicação e pode ser realizado em pacientes de todas as idades. Traz diversos benefícios, como melhora na circulação sanguínea, respiração, postura, consciência corporal, qualidade do sono, entre outros. É indicado para pessoas com dor aguda ou crônica, depressão, insônia, tensões musculares ou apenas para quem busca estar em harmonia consigo mesmo.  Você pode procurar pela técnica em clínicas de fisioterapia, hidroterapia, escolas de natação e alguns espaços de terapias alternativas.

Quer ver como funciona? Assista ao vídeo abaixo e relaxe!

https://www.youtube.com/watch?v=ET0mVCpLvrY

 

 

Dia Mundial da Água completa 23 anos no mês de março

Já sabemos que a água é essencial à vida e ao desenvolvimento de qualquer atividade humana. Mais de 70% do nosso planeta está coberto de água, assim como o nosso corpo, que é composto por cerca de 75% dela. Sendo a água um recurso tão importante é até uma surpresa saber que há apenas 23 anos existe uma data mundial para se falar sobre ela. Desde 1993, todos os dias 22 de março são mundialmente dedicados à discussão sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural.

dia_aguaO Dia Mundial da Água foi criado pela Organização das Nações Unidas em fevereiro de 1993, devido à presença de grandes índices de poluição ambiental no planeta. Naquela ocasião, foram elaboradas medidas cautelosas em favor da água e iniciou-se um movimento de conscientização em relação ao uso desse recurso.

Na última terça-feira (22), a ONU levantou questionamentos e marcou a data fazendo um alerta para a relação entre a falta de água e o desemprego: estima-se que mais 78% dos empregos que existem no mundo dependem dos recursos hídricos.

Ainda hoje, 23 anos depois da criação desta data, enfrentamos os mesmos problemas de antes e alguns deles mais agravados: mais de 700 milhões de pessoas seguem sem ter acesso a uma água limpa e segura, para terem uma vida saudável. O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos de 2016 (WWDR 2016) estima que por volta de 2 bilhões de pessoas necessitem de acesso a um melhor saneamento, com as meninas e as mulheres em uma situação ainda mais precária. As mudanças climáticas já afetam o abastecimento de muitos países em desenvolvimento e a demanda por água só cresce, principalmente em economias emergentes.

 

Há muitos riscos envolvidos num futuro próximo se não cuidarmos bem da água, em todas as esferas, desde uma gestão hídrica mais competente e consciente por parte dos governos de todos os países do mundo, até as atitudes diárias de cada pessoa para utilizar esse bem natural da forma mais sustentável possível.

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O Dia da Água tem que ser todos os dias. Então, hoje e sempre, o mais importante é cuidarmos muito bem dela!

A importância dos rios para as primeiras civilizações

Imagem: Templo de Philae, junto ao Rio Nilo, no Egito

 

Hoje em dia, vivendo em grandes centros urbanos, rodeados por carros, prédios e gigantescas avenidas, não conseguimos imaginar como um rio pode ser importante para o nosso desenvolvimento. Certamente ele deixa a cidade mais bela (quando não é poluído), talvez até possa ajudar a diminuir a poluição (quando suas margens são arborizadas), mas qual poderia ser sua utilidade?, podemos nos perguntar. Nossa ideia de rio muitas vezes se limita àquele caminho de água que corta a nossa cidade. E em nossa era contemporânea, em que a natureza parece estar cada dia mais distante de nossa vivência, pode ser difícil de pensar em uma resposta para essa pergunta. Mas os rios foram os responsáveis pela construção e pelo desenvolvimento das primeiras grandes civilizações. E como isso aconteceu?

Vamos voltar para todo o período que precede 4000 a.C., o Período Neolítico. O ser humano vivia de forma nômade, o que significa que para conseguir alimento ele precisava mudar constantemente de lugar: instalava-se em uma região, aproveitava o que ela podia oferecer (plantas, animais, abrigo) e, quando os recursos se esgotavam, buscava outro local. Era custoso, perigoso e demandava muita energia física, pois precisavam deslocar tribos inteiras. Mas imaginemos que encontrassem um local privilegiado, onde percebem que a terra é fértil, onde há um rio que permite ser desviado para nutrir as terras que o circundam e que oferece fartura de água para as necessidades físicas. Quando encontraram essa região, estabeleceram um marco definitivo para a história humana: o desenvolvimento da agricultura. Percebendo que poderiam plantar sua própria comida e criar seus próprios animais, passaram a se fixar em um local.

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O chamado Crescente Fértil foi esse local perfeito. Irrigado pelos rios Jordão, Eufrates, Tigre e Nilo, que compreende hoje os territórios de Palestina, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano e Chipre, além de partes da Síria, do Iraque, do Egito, do sudeste da Turquia e sudoeste do Irã, o Crescente Fértil foi onde as primeiras grandes civilizações se desenvolveram. A região recebeu esse nome por conta de seu formato de lua crescente, e também pela extrema fertilidade de seu solo, que rasga áreas desérticas completamente inóspitas e impróprias para povoamento constante e estável. Apesar da primazia da região, e de sua antiguidade com relação à ocupação humana, o termo “Crescente Fértil” é de criação bastante recente, tendo sido utilizado pela primeira vez pelo arqueólogo James Henry Breasted, na sua obra “Ancient Records of Egypt”, de 1906, e adotada a partir daí.

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Pequena faixa de terra fértil às margens do Nilo. Observe que ao fundo, o deserto toma conta da paisagem.

 

Livre de todos os problemas acarretados por ter que se locomover, e agora conseguindo plantar seu próprio alimento, a população começou a aumentar, já que havia comida para todos. As primeiras cidades foram formadas nas regiões da Mesopotâmia e do Egito, locais onde os homens passaram a se organizar em sociedade. Entre regiões desérticas, o povo egípcio floresceu ao longo do Rio Nilo, e tinha nele o deus que tornava férteis as terras. Talvez você já tenha ouvido que o Egito é uma dádiva do Nilo. A frase do historiador Heródoto não carrega mentira: a construção e a existência da grande civilização egípcia só foi possível pela existência do Rio. No entanto, precisamos também destacar a habilidade da civilização egípcia em lidar com as cheias do Rio, em controlar a água e desenvolver técnicas de irrigação e de agricultura. Além dos conhecimentos diversos, desde a escrita, matemática, medicina, arquitetura, artes, criação do calendário e tantos outros, os egípcios deixaram um legado que sobrevive, intriga e encanta, como as grandes pirâmides, os templos e túmulos.

A fertilidade das terras do entorno do Rio Jordão e seus afluentes também criou o ambiente para que se formasse na região uma série de aldeias de povos pastores (em sua maioria de origem semita), que logo desenvolveram a agricultura. Por sua vez, os Rios Tigres e Eufrates foram de extrema importância para o nascimento da civilização Suméria, que se desenvolveu na região da Mesopotâmia (cujo nome vem do grego, e significa “entre rios”). A região banhada por eles (hoje o Iraque) foi habitada por povos como os Acádios, Babilônios, Assírios e Caldeus.

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Escombros de cidades com milhares de anos à margem do rio Eufrates

 

Pode ser que hoje, para nós, um rio não signifique muita coisa. Já passamos por milhares de anos de história humana, construímos cidades, desenvolvemos a Indústria, fomos para a Lua, criamos tecnologias que nos permitem ver, em tempo real, alguém que está do outro lado do mundo. Mas tudo isso foi possível graças à engenhosidade de civilizações que viram em um rio e suas margens a possibilidade de sobrevivência e desenvolvimento.

E se voltássemos a ver um pouco mais dessa maneira? ;)

5 incríveis piscinas naturais ao redor do mundo!

Imagine nadar em uma piscina de água quente e cristalina, com uma incrível vista para o mar, em uma paisagem de tirar o fôlego? Essa possibilidade existe, e o melhor: em mais de um lugar no mundo! As famosas piscinas naturais são fruto de formações rochosas e vulcânicas ao lado do mar, que são constantemente enchidas por sua água, criando um dos contrastes naturais mais belos. Não é à toa que muitos desses lugares são destinos que atraem milhares de turistas todos os anos. Vamos conhecer alguns?

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Lagoa Giola – Thassos, Grécia

Você já deve ter ouvido falar da Ilha de Thassos, na Grécia. O mito das sirenas, que atraem navegantes com seu canto, nasceu na Ilha. A lagoa Giola, localizada perto do vilarejo de Astris, exerce o mesmo fascínio em turistas e locais. O Mar Egeu bate em sua encosta e enche a piscina com água, mas como ela está separada do mar por uma parede de rocha, a sua água fica muito mais quente, se tornando ideal para mergulhar e relaxar.

 

POCA DO GOMES
Poça do Gomes – Ilha da Madeira, Portugal

Resultado de erupções que aconteceram há milhões de anos, as “poças” são um deleite para os olhos e a oportunidade de uma incrível vista para o Oceano Atlântico. A piscina oferece acesso direto ao mar por meio de um deck com degraus construídos para esse fim. Localizada em Ponta Cruz, na capital madeirense Funchal, Poça do Gomes está entre os mais exclusivos destinos de férias nesse arquipélago.

 

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Grotta della Poesia – Roca Vecchia, Itália

Além de ser uma paisagem cenográfica, a Grotta della Poesia é também local de extrema importância arqueológica no sul da Itália. Está ligada à descoberta de inscrições da Era do Bronze, mais especificamente dos Messápios (tribo antiga que habitava a zona meridional da Apúlia antes da conquista por Roma), o que permitiu descobrir que o local era usado para culto ao deus Taotor (também Tator, Teotor ou Tootor). São duas crateras cárticas resultantes do desabamento de seus tetos. Localizadas em Roca Vecchia, na costa adriática, é um importante destino turístico no verão.

 

Conchi
Conchi – Santa Cruz, Aruba

Imagine se deparar com esse cenário? A piscina natural de Conchi, no leste da ilha de Aruba, oferece uma vista na primeira fila para admirar o mar caribenho. É formada por rocha e círculos de pedra vulcânica. O terreno acidentado que rodeia a piscina a torna acessível apenas por veículos de tração nas quatro rodas, quadriciclos, a cavalo ou a pé. Há uma pista de caminhada que vai da entrada do Parque Nacional Arikok até a praia.

 

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Cachadaço – Paraty, Rio de Janeiro

É claro que, num país com quase 10 mil quilômetros de litoral, não poderia faltar uma representante brasileira na lista. A piscina natural do Cachadaço fica na Vila de Trindade, no município de Paraty. É protegida por enormes pedras vulcânicas, e ali é possível nadar com vários peixes coloridos. Para chegar é preciso enfrentar uma trilha, mas, para quem não quer encarar a caminhada, é possível chegar por barco saindo da Praia dos Ranchos ou da Praia do Meio.

Da série divindades da água: as sereias.

Das incríveis criaturas que habitam o universo de fantasia do reino das águas, as sereias são certamente uma das mais conhecidas. Normalmente descritas como lindas mulheres com cabeça e torso humanos e cauda de peixe, poucas pessoas sabem que na origem grega da mitologia das sereias, elas eram monstros com corpo de pássaro e cabeça humana. Isso mesmo, um pássaro.

Na mitologia grthe-mermaids-rock-edward-matthew-haleega, as sereias eram as 3 filhas do Deus Aquelôo e da Musa Calíope, e ao competirem com as Musas para ver quem tinha a voz mais harmoniosa e bonita, foram castigadas sendo transformadas em monstros com corpo de pássaro e cabeça humana. A única beleza que conservaram foi a linda voz, que usavam para atormentar e enganar os marinheiros, que enfeitiçados com a voz das sereias, se atiravam ao mar e se afogavam. Mas então por que será que nós conhecemos as sereias como criaturas que são metade peixe e metade mulher?

A explicação pode ser encontrada no fato de que, na verdade, existem 2 mitos diferentes que utilizam o mesmo nome aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem 2 palavras: as Sirens  seriam as mulheres-pássaro da mitologia grega e as Mermaids seriam as criaturas metade mulher e metade peixe. Mesmo com duas palavras, lá os dois mitos também são muito misturados e confundidos. No Brasil, as sirenas são definidas como sendo exatamente a mesma coisa que as sereias e a sereia mais famosa para os brasileiros é a Iara (ou Mãe d’água), que vive nos rios e não nos mares.

Esse segundo mito, que originou o termo Sereia (Mermaid) e que é a versão mais moderna, descende da antiga mitologia babilônica, onde existia a Deusa Atargatis, Deusa da fertilidade e do mar, que se apaixonou por um mortal. Quando ele morreu, ela se jogou ao oceano com a esperança de se tornar um peixe, mas o ocesereiaano não conseguiu transformá-la completamente, tornando-se então metade Deusa e metade peixe.

Tanto as sirenas quanto as sereias são criaturas incríveis e muito temidas. Ambas têm talentos musicais; as sirenas cantam e tocam flauta e lira, enquanto as sereias dependem apenas de suas vozes. As sereias também são vistas como símbolo de vaidade, muitas vezes representadas com pentes e espelhos nas mãos. Sobre esses seres com inteligência humana, porém sem alma, a mitologia também conta que as sereias podem provocar e acalmar tempestades de acordo com sua vontade e que, assim como a Esfinge, elas podem levar homens a armadilhas, propondo difíceis enigmas.

Existem diversas outras lendas de sereias que derivam desses dois mitos originais, assim como filmes, desenhos animados, músicas, peças teatrais, obras de arte, entre outras expressões populares e artísticas. A sereia faz parte do imaginário do fantástico mundo das águas e as suas histórias são contadas por todo o mundo!

 

 

Super-heróis aquáticos

O universo subaquático sempre despertou a curiosidade das pessoas. O tom de mistério e fantasia que parece prevalecer no fundo do mar já foi tema de diversas obras literárias, cinematográficas e artísticas. Com as histórias em quadrinhos, não foi diferente. A majestade das águas – que cobrem mais de 70% da superfície da Terra- faz com que o mundo marinho tenha seus próprios super-heróis. Nesse post, vamos falar sobre os dois heróis mais conhecidos do mundo da água: Aquaman e Rei Namor.

Talvez você Sub-Mariner1968n1não saiba dessa curiosidade, mas o Rei Namor, ou apenas Namor é o personagem mais antigo da Marvel Comics, criado em 1938 por Bill Everett, e é tido como um dos primeiros super-heróis dos quadrinhos. Ele pertencia à espécie Homo Mermanus, cujas principais características eram a capacidade de respiração submersa, a pele de cor azul e os olhos completamente escuros. Namor era chamado de Re ou também de Príncipe Submarino por ser filho da princesa Fen, herdeira direta do trono de Atlântida – a cidade submersa perdida.

Namor pertenceu à primeira equipe dos Invasores, um grupo de heróis criado pela Marvel no final da década de 60, e ao lado de Capitão América e do Tocha Humana, lutou na Segunda Guerra. A equipe pôde contar com os superpoderes de Namor, que incluíam grande agilidade dentro d’água, força descomunal e a capacidade de voar. Sim, voar. Contando com a aerodinâmica gerada por suas orelhas pontiagudas, o Príncipe Submarino também podia aparecer no céu, impulsionado por duas pequenas e resistentes asinhas que possuía em seus calcanhares.

Aquaman37Aquaman tem sido um ícone dos quadrinhos por mais de 70 anos e talvez seja o super-herói subaquático mais conhecido. O rei soberano de Atlantis e senhor dos 7 mares foi criado por Paul Norris e Mort Weisinger, o personagem estreou na More Fun Comics #73, revista publicada pela DC Comics, em novembro de 1941. Durante a chamada Era de Ouro dos quadrinhos (anos 30 e 40), nas primeiras aparições do personagem, Aquaman já demostrava seu imenso poder, que lhe permitia respirar debaixo d’água, nadar em altas velocidades, manipular um enorme volume de água com sua força sobre-humana, e até comunicar e comandar, por meio da telepatia, toda a forma de vida marinha. O soberano dos mares também era resistente a tiros de armas de fogo e, embora pudesse permanecer debaixo d’água por quanto tempo quisesse, Aquaman se enfraquecia se permanecesse em terra firme por períodos prolongados.

Já na Era de Prata dos quadrinhos, muitas coisas sobre o passado de Aquaman foram revisadas e reveladas em novas publicações. Suas origens vieram à tona, e descobriu-se que o super- herói atendia pelo nome de Arthur Curry, e era filho de um faroleiro (Tom Curry) com uma exilada da cidade submarina perdida de Atlântida, chamada Atlanna. No início dos anos 60, o personagem foi incluído na série em quadrinhos da Liga da Justiça. Aquaman já apareceu em desenhos animados, teve um piloto para série de TV e agora ganhará um filme próprio, com estreia prevista para 2018. Mas, para acalmar os mais ansiosos, há rumores de que já será possível ver a sua primeira aparição no cinema em 2016, no filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça. E aí, bateu curiosidade para conferir o super-herói na telona? ;)

Lavar ou não lavar: eis a questão.

Num país que recicla apenas 3% do total do seu lixo produzido, onde as políticas e campanhas de educação e conscientização sobre reciclagem ainda estão engatinhando, existem muitas dúvidas por parte da população a respeito de como devem ser feitos os processos em suas casas. Um dos questionamentos mais frequentes envolve a lavagem das embalagens para reciclagem. Muitas pessoas que já realizam a separação do lixo em casa têm por hábito lavar embalagens que contenham resíduos de alimentos, como portes de iogurte e caixas de leite, porque acreditam que isso facilita o processo de reciclagem. Porém, será que realmente é produtivo, sustentável e necessário lavar embalagens que já serão descartadas?

recycleEspecialistas apontam que essa prática não ajuda em absolutamente nada o processo de reciclagem, sendo apenas um desperdício de água e acarretando na geração de mais esgoto, que pode não ser tratado. Dentre as etapas pelas quais esses materiais passam dentro das cooperativas de reciclagem, existe a lavagem: feita sempre com água de reuso, a água é utilizada ao limite, tratada e incorporada novamente ao processo, evitando qualquer desperdício. Alguns materiais são derretidos e outros são moídos, transformando-se em pequenos flocos. Seja por um processo ou por outros, quaisquer resíduos de alimentos que possam existir são eliminados dentro das cooperativas, sem que isso signifique um trabalho a mais para os trabalhadores.

Podemos concluir, então, que lavar o lixo que será reciclado é totalmente desnecessário e causa apenas prejuízos ao meio ambiente, certo? Por outro lado, resta ainda a questão de como evitar os odores e a proliferação de ratos, baratas e moscas no lixo que fica acumulado com restos de alimentos sem fazer uso da água. Ainda não há uma solução ideal para esse ponto, porém, o que se pode fazer é guardar o lixo reciclável em recipientes sempre muito bem fechados, pois assim é possível preservá-lo mais e garantir a higiene da casa.

Então, a recomendação é que seja evitada a prática de lavar o lixo a ser reciclado, como uma medida de economizar água, ainda mais em tempos de crise, como os últimos que temos vivido. Para ajudar ainda mais a saber mais sobre reciclagem, aproveite para dar uma olhada na tabela ao lado, que tem informações sobre o que é certo e o que é errado na hora de reciclar os mais diversos materiais. Se quiser aprofundar um pouco mais o seu conhecimento no assunto, em reportagem concedida ao G1 no ano passado, o professor da Unicamp Sandro Mancini, especialista em resíduos sólidos, deu alguns conselhos sobre o que fazer e o que não fazer com o seu lixo.

Aprenda a falar “água” em 25 idiomas!

Não importa o idioma, o local onde se vive, a idade, nem mesmo os hábitos alimentares: todos os habitantes do planeta Terra bebem água. Mas mesmo que todos a bebamos, cada idioma tem uma palavra para o líquido mais importante à vida. Que tal descobrir como dizer “água” em 25 línguas diferentes? ;)

Inglês – water
Espanhol – agua (como no português, mas sem acento)
Alemão – Wasser (pronuncia-se “vássa”)
Croata – voda (“vôda”)
Italiano – acqua
Francês – eau (“ô”)
Árabe – ماء (“maa”)
Hindi – पानी (“paani”)
Polonês – woda (“vôda”)
Dinamarquês – vand
Japonês – 水 (“mitzú”)
Holandês – water (“vaáter”)
Sueco – vatten
Turco – su
Coreano – 물 (“mul”)
Norueguês – vann
Galego – auga
Russo – водá (“vadá”)
Catalão – aigua
Chinês – 水 (“shui”)
Armênio – ջուր (“djur”)
Hebraico – מים (“mayim”)
Tailandês – น้ำ (“naam”)
Islandês – vatn (“vart” – com r pronunciado na garganta)
Romeno – apă