Não é só uma gota no oceano

A situação que vemos hoje é resultado das nossas ações no meio ambiente. Entenda como uma única atitude pode gerar impacto em todo um sistema, podendo tanto ajudar a preservar a natureza quanto prejudicá-la.

Descobertas recentes da Nasa mostram que a Terra não é o único Planeta Água.

No início desta semana, a NASA (Agência Espacial Americana) anunciou que conseguiu comprovar a existência de água líquida e corrente em Marte. A novidade não está no fato de descobrir a presença de água no planeta: já se sabia da presença de água em Marte, porém a maior parte encontra-se em estado sólido, abaixo da superfície. Agora trata-se de água líquida, na superfície (mesmo que em pequena quantidade) e condicionada ao clima (no inverno congela e no verão derrete, descendo as montanhas).

Existem ainda outros planetas com presença de água já detectada pelos cientistas e, alguns deles, têm muito mais água que a Terra. Recentemente, uma análise de dados com mais de 20 anos mostrou que a Europa, lua de Júpiter, tem duas vezes mais água do que o nosso planeta. Mesmo assim, ela ainda está longe de ser o astro com mais água do sistema solar.

Enquanto a Terra tem 1,335 ZL de água, Europa tem 2,6 ZL. Os demais astros com mais água do que o nosso planeta são Callisto (5,3 ZL), Titan (18,6 ZL) e Ganymede (35,4 ZL). O último deles (Ganymede ou Gamínedes) é a maior lua de Júpiter e ganha destaque, pois 69% do seu volume pode ser composto de água.

A Nasa planeja agora uma missão rumo à Europa para mapear a lua gelada com detalhes. A sonda Europa Clipper tem previsão de lançamento para 2022 e só deve chegar ao seu destino três anos mais tarde.

Fonte: G1, Business Insider e UOL

 

 

Conheça o dispositivo que consegue tirar água do deserto

Com inúmeros avanços tecnológicos que acontecem nos últimos tempos, é quase inacreditável pensar que ainda temos um problema muito grave e básico, de proporções mundiais: a falta de água. Ainda hoje, bilhões de pessoas no mundo sofrem com a falta de acesso à água potável. um experimento liderado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, parece promissor na busca de uma solução para essa questão essencial: o aparelho testado é capaz de extrair água potável até mesmo do ar de desertos. 

O teste foi realizado na cidade de Tempe, no Arizona, que oferece condições similares às encontradas nas regiões mais áridas do planeta. Por lá, a umidade relativa média do ar no ano é de 31%, mas durante os meses mais secos fica constantemente abaixo dos 10%.

Apesar de ter sido realizado em pequena escala, o experimento conseguiu extrair alguns mililitros de água a partir da pouquíssima umidade relativa do ar desértico. E o melhor: sem contaminar o líquido durante o processo. 

Como é possível?

O sistema conta com uma tecnologia baseada em estruturas metal-orgânicas (MOFs) que têm superfícies microscopicamente extensas e porosas. Ou seja, o material é como uma esponja, tendo uma área extensa de contato molecular com o ar. Segundo os pesquisadores, 1 kg desse material é o suficiente para gerar cerca de meio litro de água potável por dia. 

O aparelho funciona a partir de energia solar, afinal não há melhor fonte de energia disponível quando se trata de um deserto.

“Essa tecnologia é fantástica, pois demonstrou como um sistema de coleta de água baseado em estruturas metal-orgânicas atua no resfriamento do ar, mesmo em climas desérticos. Com o seu aprimoramento, pode se tornar um importante método de produção de água em qualquer região do planeta”, explicou Yang Yang, professor e engenheiro de materiais da Universidade da Califórnia. 

O protótipo foi projetado em uma escala muito pequena e só teve capacidade de funcionar durante o ciclo de um dia, mas provou que é possível. Agora, vamos ficar na torcida para que existam investimentos no projeto, a fim de tentar achar mais uma forma de ajudar a matar a sede de bilhares de pessoas no planeta.

 

Fonte: MIT, Epoca

Em 2018, o Dia Mundial da Água quer pensar em soluções para os problemas hídricos do mundo usando a própria natureza como recurso.

O Dia Mundial da Água é sempre celebrado no dia 22 de março e, neste ano, terá como tema “Natureza para a água  – a resposta está na natureza”. Este tema sugere um debate acerca de como explorar maneiras de utilizar a própria natureza para combater os problemas hídricos que já temos e aqueles que ainda podemos ter.

Da mesma maneira que os danos ambientais e as mudanças climáticas geram crises relacionadas à água, o bom trato com o meio ambiente também gera reflexos positivos à gestão desse preciosos líquido. Ações do homem que causam impactos negativos na natureza, tais como o descarte irregular de resíduos, o consumo exagerado de fontes hídricas e a precariedade de sua conservação, além da exploração dos recursos naturais, ocasionam graves problemas à sociedade, com impactos econômicos e sociais, além dos danos ao equilíbrio ecológico. Em contrapartida, ações positivas também podem gerar importantes mudanças construtivas para o meio ambiente.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), as soluções baseadas na natureza têm o potencial de resolver muitos dos nossos desafios com o tema água. É necessário investir muito mais numa infraestrutura “verde” e harmonizá-la com a infraestrutura “cinzenta” sempre que possível. O plantio de novas florestas, reconectar rios às planícies alagadas, restabelecendo zonas úmidas reequilibrarão o ciclo da água e melhorarão a saúde humana e os meios de subsistência.

As discussões do Dia Mundial da Água 2018 têm sempre o objetivo de sensibilizar o olhar das pessoas e ampliar a conscientização com relação à água. Neste ano, a ideia é mostrar que a natureza por si só pode ser a solução para os problemas naturais e, principalmente, para os problemas relacionados à água, se mantivermos um ambiente harmônico e propício para que ela siga seu curso.

 

Fonte: agua.com.org

 

Quanto você acha que custaria para “recongelar” o Ártico?

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A ideia de “recongelar” uma região como o Ártico de cara parece impossível, certo? O físico norte- americano Steven Desch acredita que com R$500 bilhões de dólares isso pode ser feito. A fim de encontrar uma solução para o aquecimento global e as catástrofes naturais decorrentes desse efeito, como o degelo das calotas polares, desch e uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona pretendem repor o gelo marinho da região, que vêm desaparecendo nos últimos anos, em função do aumento das temperaturas.

Quer saber como eles planejam fazer isso? A idea é simples: construir 10 bombas eólicas sobre a calota polar do Ártico para que, durante o inverno, elas possam bombear água para a superfície de gelo. Já na superficie, essa água congelaria e deixaria a camada de gelo mais grossa em cerca de um metro, sobre o mar. Com uma calota polar mais grossa, o risco de que todo o gelo marinho derreta é reduzido.

Para que essa ideia fantástica saia do papel e seja aplicada na prática existe um investimento calculado de R$500 bilhões de dólares, um dos mais caros projetos já apresentados. Mesmo sem certezas de que os resultados seriam positivos, é essencial avaliar o investimento, pois o Ártico enfrenta atualmente um estado de calamidade e, se até 2030 nada for feito, é possível que todo o gelo da região tenha desaparecido, dizimando diversas espécies de animais e plantas, que colocariam outras tantas espécies em extinção.

Se achou a ideia super interessante e quiser saber um pouco mais sobre esse projeto, assista ao video abaixo:

https://youtu.be/FdVijr10DZ0

Fonte: The Guardian

Jovem islandês inventa uma garrafa comestível!

O volume de lixo produzido em todo o mundo é imenso e, a cada dia que passa, a quantidade de garrafas plásticas descartadas no meio ambiente só aumenta. Preocupado com esse problema, Ari Jónsson, um estudante islandês de design, desenvolveu uma inusitada alternativa para reduzir o descarte desse material.

A matéria da revista exame conta que Jónsson criou uma garrafa biodegradável e que pode ser ingerida. A solução usada por Ari Jónsson chama-se ágar (também conhecida como ágar-ágar), uma substância feita a partir de algas que apresenta consistência gelatinosa. 

Para criar uma “garrafa de algas”, ele misturou um pouco de ágar em pó com água, aqueceu o composto e o verteu em um molde com forma de garrafa que, em seguida, foi resfriado até o agár ficar sólido e pronto para uso.

Como a garrafa se decompõe naturalmente depois de um tempo, ela reduziria o impacto do descarte incorreto. Além disso, a garrafa pode ser mastigada e ingerida, para quem quiser provar. O Ágar é uma alga praticamente sem sabor e é muito utilizado na cozinha vegetariana. Essa não é a única inovação para tentar substituir as garrafas plásticas. Você se lembra do post que fizemos sobre a Ooho? Esse é outro exemplo muito legal de um design inovador, em favor do meio ambiente, que também entrega água em embalagem comestível feita a partir de algas.

Pesquisador brasileiro cria irrigador solar automático com materiais recicláveis

O irrigador desenvolvido pelo físico Washington Luiz de Barros Melo, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), não utiliza nenhum tipo de motor, custa cerca de R$20 e ainda evita o desperdício causado pelo gotejamento do sistema comum de irrigação. A ideia é que essa nova tecnologia possa ser usada não apenas na agricultura, mas também nas zonas urbanas, para os jardins de muitas casas.

A ideia do equipamento de Melo se baseia num simples princípio da física: a termodinâmica.  A energia solar é captada por uma garrafa pintada de preto (para a máxima absorção de luz), com apenas ar dentro. Uma vez que a luz é absorvida, a garrafa aquece e expande o ar que está dentro dela. O ar procura sair e acaba então funcionando como uma bomba, que pressiona a água destinada à irrigação, expulsa por uma mangueira com pequenos furos que permitem que, aos poucos, as gotas caiam e molhem a terra. Do outro lado, uma garrafa também com mangueira, retira água de um galão, para compensar a diferença de pressão do ar. Veja no esquema abaixo:

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Para quem quiser montar o equipamento em casa, é importante ficar atendo à vedação. É fundamental que as três primeiras garrafas estejam hermeticamente vedadas para o bom funcionamento do sistema. Adesivos plásticos dão conta do recado, mas a aplicação tem que ser feita com muito cuidado e atenção.

Valendo-se unicamente do sol como fonte de energia e feito apenas com materiais recicláveis, como garrafas de plástico e de vidro e tubos plásticos, esse equipamento custa cerca de 10% do que custaria um sistema de irrigação comum, com energia elétrica, bomba e motor.  Além disso, evita muito desperdício de água, sendo um sistema mais controlado, regando as plantas de acordo com a necessidade delas.

Que tal montar um desses para o jardim da sua casa? :)

 

 

Dia Mundial da Água completa 23 anos no mês de março

Já sabemos que a água é essencial à vida e ao desenvolvimento de qualquer atividade humana. Mais de 70% do nosso planeta está coberto de água, assim como o nosso corpo, que é composto por cerca de 75% dela. Sendo a água um recurso tão importante é até uma surpresa saber que há apenas 23 anos existe uma data mundial para se falar sobre ela. Desde 1993, todos os dias 22 de março são mundialmente dedicados à discussão sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural.

dia_aguaO Dia Mundial da Água foi criado pela Organização das Nações Unidas em fevereiro de 1993, devido à presença de grandes índices de poluição ambiental no planeta. Naquela ocasião, foram elaboradas medidas cautelosas em favor da água e iniciou-se um movimento de conscientização em relação ao uso desse recurso.

Na última terça-feira (22), a ONU levantou questionamentos e marcou a data fazendo um alerta para a relação entre a falta de água e o desemprego: estima-se que mais 78% dos empregos que existem no mundo dependem dos recursos hídricos.

Ainda hoje, 23 anos depois da criação desta data, enfrentamos os mesmos problemas de antes e alguns deles mais agravados: mais de 700 milhões de pessoas seguem sem ter acesso a uma água limpa e segura, para terem uma vida saudável. O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos de 2016 (WWDR 2016) estima que por volta de 2 bilhões de pessoas necessitem de acesso a um melhor saneamento, com as meninas e as mulheres em uma situação ainda mais precária. As mudanças climáticas já afetam o abastecimento de muitos países em desenvolvimento e a demanda por água só cresce, principalmente em economias emergentes.

 

Há muitos riscos envolvidos num futuro próximo se não cuidarmos bem da água, em todas as esferas, desde uma gestão hídrica mais competente e consciente por parte dos governos de todos os países do mundo, até as atitudes diárias de cada pessoa para utilizar esse bem natural da forma mais sustentável possível.

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O Dia da Água tem que ser todos os dias. Então, hoje e sempre, o mais importante é cuidarmos muito bem dela!

Conheça a primeira usina solar flutuante do mundo – que é brasileira!

Por meio de uma inovadora iniciativa do Ministério de Minas e Energia do Brasil, está em seguimento o primeiro projeto-piloto de exploração de energia solar em lagos de usinas hidrelétricas com o uso de flutuadores, iniciado no começo do mês de março. O uso da superfície das áreas de água represadas para a produção hidrelétrica é o primeiro do mundo, e um lago da Usina Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas, foi o escolhido para a instalação do teste. Quase não se ouve falar nessa Usina, que produz muito pouco, sendo um projeto combatido desde seu início: organizações ambientalistas afirmavam que sua construção destruiria fauna e flora, deslocaria tribos e populações ribeirinhas, causando imenso impacto na região em comparação ao pouco proveito que teria.

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Balbina: lago gigantesco, com impactos ambientais e pouca energia gerada (foto: Alexandre Kemenes / O Eco)

 

Diante do cenário atual, em que se concretizou o previsto, uma alternativa foi utilizar um dos lagos da Usina como superfície produtora de energia elétrica que será recolhida pelas subestações e transmitida pelas linhas de transmissão das usinas.
Segundo o ministro de Minas e Energia Eduardo Braga em reportagem à EBC:

“Aqui em Balbina é um caso bastante típico porque nós temos uma subestação que poderia estar transmitindo algo como 250 MW. Hoje, usa apenas 50 MW. Portanto, há 200 MW de ociosidade, que vamos poder suplementar com energia solar, com custo muito reduzido, fazendo com que tenhamos eficiência energética, segurança energética, melhor gestão hídrica dentro dos nossos reservatórios e ao mesmo tempo baratear a energia para que a tarifa de energia elétrica seja mais barata em nosso país”.

A princípio, o projeto-piloto gerará 1 megawatt (MW) de energia e, a partir de outubro de 2017, prevê-se sua ampliação para até 5 MW, o suficiente para abastecer 9 mil casas. Após estes estudos, de acordo com Eduardo Braga, o gia solar, que poderiam abastecer 540 mil residências. Mais do que seria capaz de gerar a substação de Balbina onde o projeto está locado.

Imagem de capa: Lançamento de projeto-piloto de usina para captação de energia solar no lago da Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas / Bianca Paiva – Correspondente da Agência Brasil

Ciclistas ganham uma aliada na hidratação: a garrafa que transforma ar em água potável

É muito importante que os ciclistas mantenham-se hidratados enquanto estão praticando atividades físicas. Em 2014, o designer austríaco Kristof Retezár criou um aparato que torna a vida dos ciclistas mais fácil e mais sustentável: a Fontus, uma garrafa que se enche de água sozinha.

A Fontus surgiu primeiramente como uma alternativa para ajudar as pessoas que moram em regiões em que há escassez de água. O dispositivo funciona de maneira muito simples e natural, já que se utiliza do processo de condensação da umidade que está no ar.

Adaptada para a prática esportiva, com os ciclistas a Fontus funciona assim: o ar úmido é captado enquanto eles pedalam e entra no aparelho. Lá dentro, ele se colide com uma série de relevos, que atuam como obstáculos para reduzir bruscamente a velocidade deste o fluxo de ar. Desta forma, o vapor se condensa e se transforma em pequenas gotas d’água.

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E o que a bicicleta tem a ver com tudo isso? O papel dela é o de pressurizar bem a entrada do ar, para que uma quantidade de água relevante possa ser capturada. Como toda essa estrutura do condensador necessita de energia elétrica para seu funcionamento, a Fontus já vem com um pequeno módulo solar instalado na parte de cima da garrafa, que já é o suficiente para dar autonomia para a bateria embutida. O dispositivo pode obter até 0,5 litro d’água em apenas uma hora se as condições meteorológicas forem justas e em até 30 minutos em condições ideais, com a umidade relativa do ar em 80% ou 90%.

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Em termos de purificação de água, a Fontus consegue filtrar macroestruturas, como insetos e poeira, entretanto micropartículas ainda não são retidas com 100% de precisão. A água da Fontus é retirada do ar e é própria para beber, mas sua qualidade ainda pode melhorar muito e a intenção do designer é corrigir esses pontos até a versão final. A chegada da garrafa ao mercado está prevista para o segundo semestre de 2016, e o produto irá custar cerca de 100 dólares. Além de serem usadas na prática esportiva, as bicicletas têm se tornado um meio de transporte cada vez mais comum em muitas cidades pelo mundo e a Fontus surge como uma importante alternativa sustentável para a hidratação.

E você, o que achou da novidade?

 

Amigos surfistas criam “filtro” que suga plástico do mar

O lixo cada vez mais presente nos oceanos é um problema sério. Além de afetar de maneira trágica a vida marinha, o controle do que é descartado na costa e pode acabar indo para o oceano tem um custo elevado, já que o trabalho é feito por funcionários que recolhem esses dejetos manualmente ou por barcos com redes que funcionam como “varredores” das águas.

Porém, um sistema desenvolvido por dois surfistas australianos promete ser uma solução barata para o problema do lixo em instalações marinhas como docas, marinas, portos e piers.

O “Seabin”, criado pelos amigos Andrew Turton e Pete Ceglinski, é um protótipo de filtro que suja plástico, óleo, sabão e qualquer outro material despejado que esteja flutuando na água, e funciona sem interrupções, 24 horas por dias.

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Essa lata de lixo flutuante é feita de 70 a 100% de polietileno reciclado de plástico e possui um sistema conectado a uma bomba que realiza o trabalho de sucção e evita que o lixo acabe sendo carregado pelas correntes marinhas e se espalhe pelos oceanos. Dentro dos baldes (que funcionam como um ralo) existe um saco removível, que mantém tudo o que foi sugado ali mesmo, bastando depois retirar o lixo e recolocar o saco no lugar. Uma ideia tão simples e eficaz que os amigos abandonaram seus empregos para se dedicar ao projeto.

Tudo parece bem simples, mas você pode se perguntar “e o perigo oferecido para as espécies marinhas?”. Os criadores afirmam que nenhum animal ou peixe foi encontrado dentro dos baldes nos 4 anos de testes com o produto.

Turton e Ceglinski passaram 10 anos desenvolvendo e aperfeiçoando o Seabin em Palma de Mallorca, na Espanha, e agora pretendem implementar o uso do equipamento ao redor do mundo. Por meio de crowdfunding (palavra linkada para o site https://www.indiegogo.com/projects/cleaning-the-oceans-one-marina-at-a-time#/), na plataforma Indiegogo, os amigos estão arrecadando fundos para iniciar a produção, cujo custo rondará os €150.000.

Veja mais no vídeo:

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