Culturágua

Água também é cultura e educação. Veja aqui dicas de filmes, livros, ações educativas, peças, exposições e palestras sobre água, consumo consciente e sustentabilidade.

Gotas de genialidade: conheça as esculturas líquidas do fotógrafo Markus Reugels.

Quando você olha para a foto acima imagina que está vendo um objeto de vidro, cristal ou até mesmo uma imagem de um universo fictício, não é mesmo? Esse é o resultado da magia criada com água e cores pelo fotógrafo alemão Markus Reugels.

Para criar as suas obras (que não são visíveis ao olho nu), o alemão utiliza água, corante alimentar, filtros coloridos e um flash eletrônico de alta velocidade, além de aparatos inusitados, como colheres e xícaras de chá, que ajudam a “moldar” a água na forma que Reugels busca em suas imagens.

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Para conseguir esses resultados, o fotógrafo amador cria diversos aparatos automatizados e estuda constantemente diferentes maneiras de criar as suas imagens, quase como um cientista. Em seu processo de criação, Reugels utiliza seus aparatos para pingar gotas em superfícies cheias de água, criando formas surpreendentes e imprevisíveis.

A grande diversidade de formas que a água assume nas fotografias do alemão é

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decorrente de variações de movimento, volume e do uso de ingredientes que alteram a consistência do líquido, como o gel.

Como finalização do processo criativo, as fotos capturadas passam por uma pós-produção em programas de edição de imagem, mas apenas para realçar tons e contraste da imagem, sem qualquer manipulação estrutural da imagem, conforme afirma Reugels.

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Incrível, não é? Se quiser saber mais sobre o processo desse fotógrafo fantástico, separamos um vídeo em que ele conta um pouco mais sobre as suas criações (:

Confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=9rkCbKxJwdY

 

Cinema e consciência: conheça 5 filmes sobre escassez de água.

Apesar da significativa melhora no nível dos nossos reservatórios de água, não podemos esquecer que o Brasil viveu uma de suas piores crises hídricas nos últimos anos. Para quem imaginava que ficar completamente sem água era apenas enredo de filme de ficção ou seriado de TV, esse cenário parecia muito mais real. Para relembrar a importância da água e o quanto é necessário cuidar do meio ambiente, vamos indicar 5 tramas que faziam previsões apocalípticas sobre um mundo com escassez de recursos naturais para aquele dia de cinema em casa. Boa sessão para você! ;)

 

1 – Waterwolrd (1995)

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https://www.youtube.com/watch?v=NpKbULrB9Z8

Em meados do terceiro milênio, em razão do derretimento das calotas polares, a Terra se tornou um lugar sem terra sólida e a população vive em barcos ou em ilhas artificiais. Neste contexto, um ser anfíbio (Kevin Costner) vive comercializando tudo que é possível, inclusive terra pura e, após ser preso injustamente, é libertado por uma comerciante (Jeanne Tripplehorn) que exige que ele a leve embora e junto com eles uma garota (Tina Majorino), que tem nas costas o mapa para se chegar a Terraseca, o único local com terra firme. Mas o chefe (Dennis Hopper) de uma gangue resolve persegui-los, pois também deseja encontrar este local.

2 – Flow (2008)

https://www.youtube.com/watch?v=LGd9D4J0lag

 FLOW é um documentário que nos alerta sobre a questão fundamental do século 21: a crise global da água para a qual a maior parte das pessoas e a grande mídia permanece incrivelmente alheia. O filme levanta a problemática da privatização do estoque de água fresca do mundo por um cartel e coloca a grande questão: poderia alguém realmente possuir a água?!

3 – O Livro de Eli (2010)

https://www.youtube.com/watch?v=t3qJj_ljctE

Em um mundo pós-apocalíptico, num futuro não muito distante, a água é essencial, rara e motivo de disputa. Quem controla as poucas fontes que restaram depois de uma guerra nuclear tem o poder nos pequenos vilarejos que se formam ao seu redor. Eli (Denzel Washington) é um homem solitário, que percorre esse cenário de devastação na América do Norte. Ele apenas deseja paz, mas ao ser desafiado não foge à luta. Seu principal objetivo é proteger a esperança da humanidade, e ele acredita que ela esteja guardada num livro que consigo há 30 anos. Nessa cruzada, Eli faz o que for necessário para sobreviver.

4 – Duna (1984)

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https://www.youtube.com/watch?v=ChA0qNHV1D4

Em 10.190 D.C., um duque e sua família são mandados pelo Imperador para Arrakis, um árido e severo planeta conhecido como Duna, o Planeta Deserto. O Imperador, ao mandar a família do duque para Duna, na realidade planeja destruir o duque e sua família, mas o filho escapa e procura se vingar usando a ecologia deste mundo como uma de suas armas. Em Dunas, vive o povo Fremen, que sofre com a escassez de água e que busca maneiras de se virar com o que existe disponível. Esse povo acredita na volta de um “messias”, que acabaria com esse problema e traria a paz.

5 – Mad Max (2015)

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https://www.youtube.com/watch?v=cdLl1GVjOrc

Ganhador de 6 estatuetas no Oscar 2016, o filme de ação pós-apocalíptico se passa nos confins de nosso planeta, em uma paisagem desértica onde a humanidade está em colapso, e quase todos lutam loucamente pelas necessidades da vida, principalmente por água e por gasolina. Neste mundo de fogo e sangue, existem dois rebeldes em alta velocidade, que talvez possam restaurar a ordem. Há Max, um homem de ação e de poucas palavras, que busca paz de espírito depois da perda de sua mulher e seu filho após o caos. E há Furiosa, uma mulher de atitude que acredita que seu caminho para sobreviver pode ser alcançado se ela cruzar o deserto de volta para sua terra natal.

 

Água vira tema de exposição no Centro Brasileiro Britânico

A água, que sempre pareceu um bem inesgotável, atualmente é associada a uma catástrofe iminente. A crise gerada pela seca de 2015 fez baixar o nível dos reservatórios a ponto de deixar a população apavorada com a falta d’água nas cidades. A partir dessa inquietação, o grupo Em Branco e mais o artista irlandês convidado apresentam a exposição ”Água, paisagem alterada”, que teve sua abertura sábado passado, dia 12 de março, no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo, com curadora de Maria Alice Milliet.

Motivados pela crise hídrica, os cinco artistas do grupo Em Branco, Adriana Rocha, Ana Michaelis, Celso Orsini, Chris Rocha e Patrícia Furlong, e mais o irlandês convidado James Concagh produziram cerca de 50 obras entre pinturas, gravuras e desenhos para essa exposição. Por meio de uma linguagem poética, alusiva à natureza, eles buscam sensibilizar o público para as questões relativas à água e ao meio ambiente.

A exposição permanece até 30 de abril em São Paulo-SP, depois segue para Porto Alegre-RS, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), a partir de 7 de junho deste ano.

Água, Paisagem Alterada
Quando:
De 12 de março a 30 de abril, das 11h às 14h
Onde: Centro Brasileiro Britânico
Endereço: Rua Ferreira de Araujo, 741, Pinheiros
Ingressos: #VáDeGraça
Observações: Estacionamento no local

Créditos: Vá de Cultura / www.vadecultura.com.br

Créditos imagem de capa: Fotografia da pintura Água, da série Horizontes Magos de Adriana Rocha. A imagem contém vários tons de azul, branco e tons mais escuros, e é abstrata, mas os traços lembram a visão de um mar, com um horizonte que separa os tons de azul, lembrando o céu e a água. No cando direito, uma pincelada mais escura lembra uma ilha, ou um morro sobre a água.

Hora do Planeta: apague as luzes no dia 19 de março

Das 20h30 às 21h30 do dia 19 de março, pessoas no mundo todo irão apagar as luzes. O ato simbólico marcará a oitava edição da Hora do Planeta, iniciativa da rede WWF para alertar para as ameaçadas do aquecimento global. Para a edição deste ano, 25 cidades brasileiras já confirmaram participação. Boa Vista (RR), por exemplo, irá apagar as luzes da praça do Triângulo e os monumentos ao Garimpeiro e aos Pioneiros. Em Porto Alegre (RS), a fonte luminosa do Parque da Farroupilha e os monumentos ao Laçador e ao Expedicionário ficarão no escuro no horário definido. Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, irão realizar passeios ciclísticos no dia 19 de março para envolver a população na campanha. Em 2015, a Hora do Planeta contabilizou 185 cidades no Brasil, incluindo todas as capitais e o Distrito Federal. A campanha reuniu cidades em 170 países, apagando ícones como a Torre Eiffel (Paris), o Big Ben (Londres) e as Pirâmides de Gizé (Egito). Para aderir ao movimento, as cidades, empresas e instituições interessadas devem entrar em contato com o WWF-Brasil pelo e-mail cidades@wwf.org.br. As cidades recebem um Termo de Adesão, que deve ser assinado por alguma autoridade local indicando quais monumentos e prédios públicos ficarão apagados durante a Hora do Planeta.

Confira o vídeo da Hora do Planeta 2016 com legenda em português.

Créditos: Instituto Akatu
www.akatu.com.br

Imagem de capa: Edição anterior da Hora do Planeta / Crédito: Patagônia Ambiental 

Conheça 5 lugares em São Paulo que vão te fazer ficar mais perto da natureza.

Quem vive em São Paulo ou pelo menos já visitou a grande selva de pedra sabe que muitas vezes faz falta desacelerar o ritmo e estar mais em contato com o verde. Para quem não sabe, São Paulo conta com belos parques e reservas, e pode oferecer momentos incríveis na natureza para você. Selecionamos 5 lugares que são um oásis no meio da correria do dia a dia. Vamos conhecer?

1. Pico do Jaraguá

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Localizado na Zona Oeste da capital, o Parque Estadual do Jaraguá, mais conhecido pelo seu Pico, oferece umas das melhores vistas panorâmicas de São Paulo. No final do século XIX, o Parque do Jaraguá funcionava como uma fazenda do ciclo de ouro. Fundado apenas em maio de 1961 como um Parque, ainda hoje é possível observar por lá alguns casarões que foram construídos na época da exploração do ouro. Para quem tem espírito aventureiro, o Parque ainda conta com várias trilhas. Caminhando por elas, é possível observar espécimes nativos de flora e fauna, como macaco-prego, tucano-do-bico-verde e até mesmo um bicho-preguiça. Você pode visitar o parque de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h e para chegar, pode usar o transporte público ou ir de carro. Para saber mais, clique aqui.

 

2. Paranapiacaba

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A vila de Paranapiacaba, localizada na região do ABC, surgiu por conta da construção da primeira ferrovia do estado de São Paulo, em 1865. Ainda hoje é possível fazer um passeio de trem para lá, partindo da capital (Estação Luz). Chegando à cidade, seja de carro ou de trem, é possível avistar a vila com casas tipicamente inglesas, construídas para abrigar os funcionários da companhia de trens São Paulo Railway. O clima londrino fica completo quando a região, que fica no alto da Serra do Mar, é tomada por uma neblina, que costumeiramente aparece por lá. Entre as principais atrações de Paranapiacaba estão o Clube União Lira Serrano, que oferece bailes e espetáculos musicais; o antigo Mercado, um empório que foi transformado em centro cultural; e o Museu Castelinho, principal projeto arquitetônico da vila que, além de abrigar mobiliário, quadros, relógios e fotos, oferece vista privilegiada. Além disso, você ainda pode passear pelas belas trilhas e tomar um banho em uma das cachoeiras da vila. Para saber mais, clique aqui.

 

3. Parque Estadual da Cantareira

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Esse parque está dividido em 4 núcleos e é apenas uma parta da enorme área da Serra da Cantareira. Considerado uma das maiores florestas urbanas do mundo, o Parque Estadual da Cantareira oferece uma vista única da cidade para quem se dispões a fazer uma trilha de três horas no núcleo Pedra Grande. Esse núcleo ainda conta com outras trilhas menores e um museu. Já o lindo Núcleo Engordador também conta com diversas trilhas, animais nativos, represas e cachoeiras, além da Casa da Bomba, uma construção que mostra como era realizada a distribuição de água no começo do século passado. Os outros núcleos que completam o Parque são chamados de Águas Claras e Cabuçu. Ah, ainda tem uma área de piquenique para você fazer uma pausa, comer e repor as energias. Para mais informações clique aqui.

 

4. Horto Florestal

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Localizado na zona norte, o Horto Florestal foi criado há 120 anos, por um naturalista e botânico sueco.  O Parque conta com inúmeras espécies exóticas e nativas, como pau-brasil, jatobá e outras. Algumas das árvores são centenárias e apresentam belas e profundas raízes, que mais parecem esculturas. Passeando por lá, é comum observar bandos de tucanos, maritacas, jacus, capivaras, esquilos, bugios, macacos-prego, garças, socó, mergulhões. Não faltam lagos e bicas d’água potável que brotam do solo, além de belas alamedas, que proporcionam ao visitante um espaço para práticas esportivas e piqueniques. O Horto Florestal é um ótimo lugar para ir com a família, pois conta com a estrutura de Parque Infantil, Campo de Futebol e Fraldário. Para saber mais sobre horários de funcionamento e localização, clique aqui.

 

5. Jardim Botânico
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As duas estufas são a marca do Jardim Botânico de São Paulo: uma delas abriga plantas típicas da mata atlântica, enquanto a outra é destinada a exposições temporárias. O espaço conta ainda com uma biblioteca, com um acervo único sobre botânica, além de um Museu, com diversas amostras de plantas da flora brasileira. É possível passar o dia todo no Jardim, já que ele conta com restaurantes e também com área de piquenique. Para quem gosta de história, é possível conferir por lá também o portão construído em 1894, que pertenceu à repartição de Águas e Esgotos até 1928, além de poder ver o marco das nascentes do rio Ipiranga. Para mais informações, clique aqui.

Quem disse que consciência ambiental não combina com Carnaval?

A época mais festiva e festejada do ano para os brasileiros já está muito próxima. O Carnaval desse ano será no início de fevereiro e muitas pessoas já se preparam para as viagens, para as festas na rua e para sambar nos famosos bloquinhos. As festas de rua trazem muita alegria por onde elas passam, mas também costumam deixar para trás uma boa quantidade de lixo, garrafas e copinhos de plástico.

Pensando em mudar um pouco esse cenário no ano de 2016, um dos principais blocos do Rio de Janeiro, o Spanta Neném, apresentou uma novidade bastante sustentável. O bloco aboliu os copos de plástico nos dias de folia da edição desse ano, que deve contar com mais de 30 mil pessoas participando dos blocos até o fim do carnaval. Para que os participantes possam curtir a folia da melhor maneira possível, o Spanta Neném selou uma parceria com a empresa Capim-Selo Verde para a fabricação de copos ecologicamente corretos, que são 25 vezes menos impactantes que os descartáveis.

A ideia é11163800_489433947901452_3293622369018304985_n simples e funciona da seguinte forma: ao participar em um dos  eventos do bloco, o folião paga R$5 pelo copo reutilizável Eco, feito de material reciclável. Ao final de um dos eventos, ele pode devolver o copo e pegar seus R$ 5 de volta, ou então levar o copo para casa. Bacana, não é? Além disso, para ajudar a fechar esse ciclo foi feita outra parceria, agora com a Cooperativa Transformando, a fim de doar os resíduos que sobram das festas para serem reaproveitados de alguma maneira. Essa cooperativa não tem fins lucrativos e atua no bairro do Caju ajudando moradores mais necessitados da região e também ex-detentos a conseguirem uma renda mensal, além de inseri-los novamente na sociedade.

Se você puder curtir o Spanta Neném no Carnaval do Rio de Janeiro esse ano, aproveite! Ou então, tente você também aplicar ideias sustentáveis para as suas festas e blocos de carnaval e vá para a folia com mais consciência. ;)

Agência Nacional de Águas abre inscrições para cursos à distância gratuitos nesse final de ano

Para aqueles que acham que o período de férias e de recesso de final de ano é um bom momento para aprender coisas novas, a Agência Nacional de Águas oferece uma ótima oportunidade. Como presente de final de ano, a Agência Nacional de Águas (ANA) está oferecendo cursos na modalidade de ensino a distância (EaD) com vagas ilimitadas. Durante todo o ano, há muita procura pelos diversos cursos Ead promovidos pela ANA, já que eles contam com uma quantidade de vagas estabelecidas.

De 21 de dezembro a 10 de janeiro de 2016, a Agência deixará o acesso liberado no site a todos que se interessem em participar dos 15 temas oferecidos, sendo que cada aluno poderá escolher no máximo dois assuntos. É só se inscrever, escolher o curso e participar, sem esquecer de ficar atento à data de início do curso elegido.

Os conteúdos são estruturados por meio de uma navegação sequencial entre módulos e existe um tempo de duração previsto para as atividades, mas ele pode ser mais curto, indo de acordo com o desempenho de cada um. Os alunos que conseguirem 60% de aproveitamento nas avaliações terão direito a um certificado. É importante lembrar que a ANA realiza capacitações para as entidades que compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e para toda a sociedade brasileira. O objetivo dos cursos é estimular a conservação e o uso sustentável da água, além da participação cidadã na implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Em 2014, a Agência capacitou mais de 22 mil pessoas.

Confira abaixo os 15 temas oferecidos nos cursos disponíveis:

  • Água e Floresta: Uso Sustentável da Caatinga;
  • Água na Medida Certa;
  • Caminho das Águas;
  • Codificação de Bacias pelo Método Otto Pfafstetter;
  • Comitê de Bacia: o que É e o que Faz;
  • Comitês de Bacias: Práticas e Procedimentos;
  • Cuidando das Águas;
  • Gestão Integrada dos Recursos Hídricos no Nordeste;
  • Lei das Águas;
  • Medindo as Águas do Brasil;
  • Monitoramento da Qualidade da Água;
  • Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias;
  • Reflexões para Transformações Democráticas na Gestão das Águas;
  • Sala de Situação.

 

Acesse o link http://eadana.hospedagemdesites.ws/ e aproveite essa oportunidade!

5 livros infantis sobre a importância da água

Se todo e qualquer ato cotidiano é importante para fazer a diferença no que se refere à preservação da água, conscientizar nossas crianças, que são os adultos de amanhã e aqueles que vão perpetuar uma nova mentalidade sustentável, é tão importante quanto. Mas como abordar o assunto com uma criança, que muitas vezes não consegue alcançar a sua seriedade? Usar a linguagem dela, ser lúdico e mostrar que ainda há esperança é o caminho! Pensando nisso, cada vez mais livros que tratam do assunto, explicando a importância de conservar a água, sem deixar de serem divertidos.

Vamos conferir alguns?

112531720_1GGA última gota – J. L. Diego e Biry Sarkis

Editora Scipione

Kika chega da escola preocupada com a falta de água no planeta. Ela procura Mestre Li, que a aconselha a ler a história de Chuvisca, a última gota do mundo, que foge dos exércitos e encontra em seu caminho muitas cenas de escassez e desperdício, mas nunca perde a esperança de encontrar soluções para o problema! É emocionante!

 

 

Chuvinha-e-tudo-de-bom-Capa-CP-01ed01.indd-page-001-e1335363469482Chuvinha é tudo de bom! – Patrícia Engel Secco e Fábio Sgroi

Editora Melhoramentos

Duda adora falar com as sementes, as plantas e os bichinhos do jardim. Até que um dia, para sua enorme surpresa, Dona Semente lhe pergunta: “Chuvinha é tudo de bom, né?”. Dona Semente resolve quebrar o silêncio para reclamar da poluição da terra, da água e do ar. Aos pequenos leitores, acompanhem este animado bate-papo e descubra o que Duda fez para ajudar a diminuir a quantidade de lixo no planeta.

 

 

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Chuá… Chuá… Tchibum! – Mick Manning / Ilustrações: Brita Ganström

Editora Ática

Curioso e muito divertido. Fala sobre a água em diversas formas: água da chuva, do mar, dos rios e das cachoeiras e até a que consumimos em casa (para onde vai a água depois que tomamos banho?). Acompanha o ciclo da água desde a evaporação até a saída na torneira, mostrando a importância de evitar o desperdício e não poluir rios e praias.

 

 

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Seis razões para cuidar bem da água – Nilson José Machado e Silmara Rascalha Casadei /Ilustrações: Vera Andrade

Editora Escrituras

Quando temos o nosso primeiro contato com a água? Muito cedo, não é? Antes mesmo de nascermos já estamos nela e desde o primeiro surgimento de vida na Terra ela esteve presente. Mas está tudo tão poluído e descuidado que a água potável está cada vez mais escassa. O lado bom desta história é que cada um de nós pode fazer a sua parte para preservar! Aqui, poemas – isso mesmo! – mostram por que a água é tão importante. Um livro que, além de abordar a importância da conservação, o faz em um formato diferente.

 

 

516gTPM162L._SX356_BO1,204,203,200_O maior tesouro da humanidade – Patricia Engel Secco / Ilustrações: Fábio Sgroi

Editora Melhoramentos

Qual é o maior tesouro da humanidade? E onde ele está? Bom, certamente está guardado em um cofre ultrassecreto, protegido por grades, cães ferozes e todo tipo de equipamento de segurança. Com um mapa em mãos, Artur e Alice vão atrás desse valioso tesouro. Uma enigmática aventura científica mostra a origem da água e da vida no planeta e alerta para a importância da preservação das águas para o futuro da humanidade.

Não sinalizamos a faixa etária indicada porque, ainda que sirva como um norte, é apenas uma orientação, pois é necessário avaliar também a maturidade da criança e o grau de domínio de leitura :)

 

Jardim Botânico de São Paulo traz exposição sobre água

Para comemorar a Semana Mundial do Meio Ambiente, que aconteceu na 1ª semana de junho, o Jardim Botânico de São Paulo está apresentando, desde o dia 02/06, a Exposição “Água – a vida corre por ela”. Sob a curadoria do Núcleo de Pesquisa em Educação para Conservação e do Núcleo de Pesquisa em Ecologia do Instituto de Botânica, órgão pertencente à Secretaria do Meio Ambiente – SMA, a mostra não é muito extensa, mas traz muitas informações importantes e um olhar mais detalhado sobre o papel da água.

Sobre a exposição

A mostra é composta por 14 painéis contendo fotos e textos que abordam aspectos como a origem da água; razão porque é considerada uma substância única; sua disponibilidade e dinâmica no planeta e sua importância na manutenção da vida e da biodiversidade; o papel da água nas transformações da humanidade e no seu desenvolvimento cultural e econômico, além da crise da água, suas consequências e os desafios a serem enfrentados a partir deste século e as ações que contribuam para o uso consciente deste recurso e a necessidade de uma nova ética para água.

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Se você ainda não conferiu a exposição, vale a pena programar esse passeio educativo e aproveitar para ver as belezas vivas do Jardim Botânico de São Paulo.

Endereço:  Av.Miguel Estefano, 3031 – Água Funda

Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9:00 às 17:00hs

Ingresso: R$2,50 estudante e pessoas acima de 60 anos, R$ 5,00 adulto

 

 

Mais informações em: http://bit.ly/1O8uWYp

Fotos: Divulgação/ Jardim Botânico de São Paulo

Livro de fotógrafo americano reúne imagens de bebês embaixo d’água

Fazer caras, bocas e barulhos embaixo d’água é uma brincadeira de verão bastante conhecida por várias pessoas, e é divertido observar como os olhos ficam bem abertos e como os cabelos parecem flutuar. Registrar esses momentos era um desejo para algumas pessoas, mas tirar fotos de qualidade embaixo d’água não era possível até poucos anos atrás. Com os avanços da tecnologia e o lançamento de inovações nas máquinas fotográficas, a vontade de registrar o que acontece no fundo do mar ou no fundo da piscina tornou-se real. Seguindo essa ideia divertida, o fotógrafo americano Seth Casteel resolveu fazer uma série fotográfica com bebês embaixo d’água.

underwater_1_faceSeth já tinha feito muito sucesso pelo mundo com uma série de fotos em que clicou cachorros e filhotes debaixo d’água. Para continuar com a receita de sucesso, nesse segundo trabalho submerso, ele fotografou 750 bebês (alguns com acessórios divertidos, como cauda de sereia ou óculos de mergulho), gerando mais de 10 mil imagens, das quais cerca de 70 foram publicadas em um livro chamado “Underwater Babies”, que em breve deve estar disponível no Brasil.

Se você estiver preocupado com a segurança dos bebês nas fotos, não precisa temer, pois elas foram supervisionadas muito de perto e fazem parte de um programa para prevenir o afogamento involuntário das crianças. Nesse programa, as crianças são incentivadas a se acostumarem com a água, fazendo com que elas desenvolvam algumas técnicas de sobrevivência e resgate, como prender a respiração, dar chutes na água com os pés e flutuar de costas. Legal, não é? Se quiser conferir mais fotos fofas e divertidas tiradas embaixo d’água, dê uma olhada no perfil do Seth Casteel e aguarde o lançamento nas livrarias ;)

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