Como ser mais sustentável

Descubra sobre iniciativas e atitudes sustentáveis, saiba mais sobre consumo consciente e aprenda como aplicar mudanças no seu dia a dia que ajudam a preservar o meio ambiente.

Você já ouviu falar da água cinza?

Curioso pensar em água que não seja transparente, não é?  Mas, esse termo existe para denominar uma água reutilizada: a água cinza ou cinzenta é qualquer água não-industrial, que foi usada em processos domésticos, como o banho ou lavar a louça e a roupa. Esse tipo corresponde entre 50% e 80% do esgoto residencial, recebendo esse nome pela sua aparência turva. Ela possui resíduos de alimentos e altas concentrações de produtos químicos tóxicos, provenientes de materiais de limpeza, entre outros.

Existe também a água negra, que é aquela água descartada que possui matéria fecal e urina. Ela recebe esse nome por conta da grande quantidade e composição dos seus produtos químicos e contaminantes biológicos, e por ser mais difícil de ser reciclada.

Apesar dos resíduos presentes e de parecer “suja”, a água cinzenta é uma fonte segura e até mesmo benéfica da água para irrigação. Além do evidente benefício econômico de poupar água, a reutilização de águas cinzas também ajuda muito o mei ambiente, já que a mantém fora do esgoto ou do sistema de fossa séptica, reduzindo as chances de poluir lençóis de água locais.

Existem muitas maneiras simples e econômicas para reutilização de águas cinzas até mesmo em casa, sendo a mais popular delas regar o jardim. Para isso, é preciso canalizá-la diretamente para fora da casa e usá-la para regar plantas ou árvores.

Se for tentar fazer um sistema de utilização de água cinza em sua casa, não se esqueça que é essencial não usar nada tóxico, fazendo uso de produtos naturais e sabonetes biodegradáveis, que não contêm ingredientes prejuciais as plantas. J

 

 

Quanto você acha que é possível economizar com eletricidade se instalar painéis solares na sua casa?

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar.

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar. (linkar para a página do simulador http://www.americadosol.org/simulador/).

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Jovem islandês inventa uma garrafa comestível!

O volume de lixo produzido em todo o mundo é imenso e, a cada dia que passa, a quantidade de garrafas plásticas descartadas no meio ambiente só aumenta. Preocupado com esse problema, Ari Jónsson, um estudante islandês de design, desenvolveu uma inusitada alternativa para reduzir o descarte desse material.

A matéria da revista exame conta que Jónsson criou uma garrafa biodegradável e que pode ser ingerida. A solução usada por Ari Jónsson chama-se ágar (também conhecida como ágar-ágar), uma substância feita a partir de algas que apresenta consistência gelatinosa. 

Para criar uma “garrafa de algas”, ele misturou um pouco de ágar em pó com água, aqueceu o composto e o verteu em um molde com forma de garrafa que, em seguida, foi resfriado até o agár ficar sólido e pronto para uso.

Como a garrafa se decompõe naturalmente depois de um tempo, ela reduziria o impacto do descarte incorreto. Além disso, a garrafa pode ser mastigada e ingerida, para quem quiser provar. O Ágar é uma alga praticamente sem sabor e é muito utilizado na cozinha vegetariana. Essa não é a única inovação para tentar substituir as garrafas plásticas. Você se lembra do post que fizemos sobre a Ooho? Esse é outro exemplo muito legal de um design inovador, em favor do meio ambiente, que também entrega água em embalagem comestível feita a partir de algas.

Pesquisador brasileiro cria irrigador solar automático com materiais recicláveis

O irrigador desenvolvido pelo físico Washington Luiz de Barros Melo, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), não utiliza nenhum tipo de motor, custa cerca de R$20 e ainda evita o desperdício causado pelo gotejamento do sistema comum de irrigação. A ideia é que essa nova tecnologia possa ser usada não apenas na agricultura, mas também nas zonas urbanas, para os jardins de muitas casas.

A ideia do equipamento de Melo se baseia num simples princípio da física: a termodinâmica.  A energia solar é captada por uma garrafa pintada de preto (para a máxima absorção de luz), com apenas ar dentro. Uma vez que a luz é absorvida, a garrafa aquece e expande o ar que está dentro dela. O ar procura sair e acaba então funcionando como uma bomba, que pressiona a água destinada à irrigação, expulsa por uma mangueira com pequenos furos que permitem que, aos poucos, as gotas caiam e molhem a terra. Do outro lado, uma garrafa também com mangueira, retira água de um galão, para compensar a diferença de pressão do ar. Veja no esquema abaixo:

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Para quem quiser montar o equipamento em casa, é importante ficar atendo à vedação. É fundamental que as três primeiras garrafas estejam hermeticamente vedadas para o bom funcionamento do sistema. Adesivos plásticos dão conta do recado, mas a aplicação tem que ser feita com muito cuidado e atenção.

Valendo-se unicamente do sol como fonte de energia e feito apenas com materiais recicláveis, como garrafas de plástico e de vidro e tubos plásticos, esse equipamento custa cerca de 10% do que custaria um sistema de irrigação comum, com energia elétrica, bomba e motor.  Além disso, evita muito desperdício de água, sendo um sistema mais controlado, regando as plantas de acordo com a necessidade delas.

Que tal montar um desses para o jardim da sua casa? :)

 

 

Ciclistas ganham uma aliada na hidratação: a garrafa que transforma ar em água potável

É muito importante que os ciclistas mantenham-se hidratados enquanto estão praticando atividades físicas. Em 2014, o designer austríaco Kristof Retezár criou um aparato que torna a vida dos ciclistas mais fácil e mais sustentável: a Fontus, uma garrafa que se enche de água sozinha.

A Fontus surgiu primeiramente como uma alternativa para ajudar as pessoas que moram em regiões em que há escassez de água. O dispositivo funciona de maneira muito simples e natural, já que se utiliza do processo de condensação da umidade que está no ar.

Adaptada para a prática esportiva, com os ciclistas a Fontus funciona assim: o ar úmido é captado enquanto eles pedalam e entra no aparelho. Lá dentro, ele se colide com uma série de relevos, que atuam como obstáculos para reduzir bruscamente a velocidade deste o fluxo de ar. Desta forma, o vapor se condensa e se transforma em pequenas gotas d’água.

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E o que a bicicleta tem a ver com tudo isso? O papel dela é o de pressurizar bem a entrada do ar, para que uma quantidade de água relevante possa ser capturada. Como toda essa estrutura do condensador necessita de energia elétrica para seu funcionamento, a Fontus já vem com um pequeno módulo solar instalado na parte de cima da garrafa, que já é o suficiente para dar autonomia para a bateria embutida. O dispositivo pode obter até 0,5 litro d’água em apenas uma hora se as condições meteorológicas forem justas e em até 30 minutos em condições ideais, com a umidade relativa do ar em 80% ou 90%.

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Em termos de purificação de água, a Fontus consegue filtrar macroestruturas, como insetos e poeira, entretanto micropartículas ainda não são retidas com 100% de precisão. A água da Fontus é retirada do ar e é própria para beber, mas sua qualidade ainda pode melhorar muito e a intenção do designer é corrigir esses pontos até a versão final. A chegada da garrafa ao mercado está prevista para o segundo semestre de 2016, e o produto irá custar cerca de 100 dólares. Além de serem usadas na prática esportiva, as bicicletas têm se tornado um meio de transporte cada vez mais comum em muitas cidades pelo mundo e a Fontus surge como uma importante alternativa sustentável para a hidratação.

E você, o que achou da novidade?

 

Prazer, compostagem! Conheça a técnica que transforma lixo orgânico em adubo.

Parece nome de técnica para fazer conservas, não é? Mas a compostagem, na realidade, é um processo biológico que transforma matéria orgânica em adubo orgânico. Em outras palavras: faz com que restos de alimentos que iriam para o lixo se transformem em alimento para agricultura e jardinagem.
Feita desde muito em diversas partes do mundo, principalmente em áreas rurais, a compostagem dá uma nova e importante utilidade ao que poderia ser descartado em lixões, ruas e rios. Sabemos que o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de micro-organismos, além do aparecimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos seres humanos.

 

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Evitando poluição/contaminação e gerando renda, a compostagem é um processo duplamente valioso, que timidamente começa a ter adeptos nas grandes cidades.

 

Existem diferentes técnicas de compostagem, que dependem do volume de matéria orgânica a ser trabalhada e também do espaço disponível para sua alocação. Ela pode ser mecânica (que utiliza micro-organismos patenteados, capazes de rapidamente se reproduzir e realizar o processo), seca (decomposição dos alimentos por micro-organismos naturalmente presentes) ou a vermicompostagem. Esta última, uma das utilizadas em centros urbanos, é realizada com minhocas, que ajudam a transformar da matéria orgânica em adubo. Ela é feita em uma composteira que possui compartimentos para cada estágio do processo.

 

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Créditos: Composta São Paulo

 

Com essa técnica, há a formação do vermicomposto, que é o produto obtido por meio da ação das minhocas em resíduos orgânicos. Ele também é conhecido como húmus de minhoca e é um ótimo adubo orgânico, muito rico em flora bacteriana. É, pode-se dizer, a matéria orgânica “reciclada”, com excelentes propriedades de enriquecimento de solo para agricultura ou jardinagem.

A Prefeitura da cidade de São Paulo, unida a concessionárias de coleta de lixo, realizou um projeto-piloto chamado Composta São Paulo, para estimular a prática e entender a viabilidade da compostagem doméstica com minhocas.  O projeto, implementado em 2014, contou com voluntários que receberam materiais para realizar a compostagem em casa. Os desafios e os resultados podem ser conferidos aqui.

Em tempos em que uma sociedade mais sustentável é a chave para novas (e necessárias) relações entre homem e meio ambiente, a compostagem nos aproxima da natureza e gera novos hábitos, podendo transformar as cidades!

O que você acha da ideia? Compartilhe com a gente!

Confira o vídeo do Composta São Paulo:

Você sabia que já existe uma máquina de lavar roupa portátil e que não utiliza energia elétrica?

Há cerca de 3 anos, surgiu um projeto nos Estados Unidos, com o intuito de ajudar famílias e comunidades de países em desenvolvimento que não têm acesso à energia para lavar suas roupas. Além disso, nos países em desenvolvimento, o simples ato de lavar roupa  pode ser uma tarefa árdua e até perigosa. Quando não se tem possibilidades para ter uma máquina de lavar roupa ou sequer acesso à eletricidade, uma simples viagem ao rio ou tanque pode levar a ataques por parte de animais ou pessoas, sem contar as dores geradas por carregar o peso e por debruçar-se para esfregar as roupas.

GiraDora-maquina-de-lavar-roupa-a-pedalPensando em evitar todos esses problemas e em ajudar essas comunidades, Alex Cabunoc e Jia You criaram a máquina de lavar e secar chamada GiraDora, que funciona com um pedal, impulsionado apenas pela força dos pés. A GiraDora ainda está em fase de testes para seguir o seu caminho de ser comercializada a um baixo custo. Enquanto isso, já é possível comprar uma máquina semelhante, desenvolvida por uma equipe de designers canadenses: a Drumi.

A máquina portátil que também lava e seca funcionando a pedaladas foi projetada pela startup Yirego, que estava buscando uma alternativa para reduzir o consumo de água e energia da máquina de lavar doméstica convencional. O aparelho é divulgado com foco no público que vai viajar para lugares remotos ou acampar, e pode levar a máquina no porta-malas, já que ela é bastante compacta, medindo apenas 56 cm de altura.

A máporta-malasquina Drumi é capaz de limpar 6 ou 7 peças de roupa de uma só vez, com apenas 5 litros de água, e funciona com a energia mecânica de um pedal, semelhante às antigas máquinas de costura. Mantendo o ritmo das pedaladas por cinco minutos é possível realizar a primeira parte do processo, que é dividido em três etapas: lavagem, enxágue e secagem rápida. Depois de girar o tambor e para trás por cinco minutos acionando o pedal, é só drenar a água por meio de um botão de pressão, adicionar mais cinco litros de água de lavagem e, em seguida, pressioná-lo por mais cinco minutos antes de fazer a drenagem.

Quer entender melhor como ela funciona? Então, confira o vídeo abaixo e descubra mais:

Conheça algumas dicas para cuidar melhor das suas plantas no verão!

Com as altas temperaturas e o ar seco de umas das estações mais alegres do ano, não somos só nós que precisamos de alguns cuidados especiais e de atenção redobrada. As plantas que temos em casa também podem sofrer muito com o calor se não tomarmos as devidas medidas para que elas fiquem sempre bonitas e saudáveis. Então, seja para você que tem um jardim bem grande em casa ou apenas alguns vasinhos na sala, descubra algumas dicas que podem te ajudar nesse verão:

1 – Sombra e água fresca não fazem mal a ninguém

Nos meses de verão, evite regar as plantas ao meio-dia, sob o sol forte, e não exponha diretamente as plantas ao sol durante muito tempo, pois elas podem sofrer queimaduras. Quando o sol está forte, a terra fica muito aquecida e água que você colocar na planta, irá evapora antes mesmo de chegar até as raízes. Além disso, molhar folhas e depois expô-las ao sol facilita o surgimento de queimadoras e manchas.

O ideal é regar as plantas de maneira mais profunda, uma vez a cada dois dias (de manhãzinha ou no fim da tarde), porque uma quantidade excessiva de água também pode ser prejudicial para as plantas. Para saber quando elas estão precisando ser regadas, use as mãos como termômetro: toque o solo, pressionando com os dedos e verifique a umidade da terra. Se os seus dedos ficarem “sujos de lama”, ainda há água o suficiente na terra,

Para que as suas plantas possam curtir o solzinho de verão sem correr riscos, coloque-as numa zona fresca, que alterne períodos de sol e sombra. Sem deixar que elas fiquem diretamente expostas à radiação solar, o território está limpo para colocar na varanda ou no terraço até mesmo as plantas de interior e aquelas que foram cultivadas na sombra.

2 – Faça a poda constante e recolha folhas e flores secas

Cortar com a frequência correta ramos e folhas secas é muito importante, e não apenas para manter o jardim sempre bonito. Plantas ornamentais devem receber poda constante para que todos os nutrientes por elas absorvidos sejam utilizados na produção de novas folhas e flores, deixando o caminho mais livre e favorável para o crescimento da planta. Aproveite também para molhar todas as folhas da planta com uma esponja embebida em água.

Com o calor, é ainda mais importante ficar atento em recolher folhas e flores secas que caem na base de vasos e floreiras, já que durante os dias mais quentes elas abafam o solo e dificultam a circulação do ar pela terra.

3 – Retire as pragas

Se por um lado as suas plantinhas ficam deslumbrantes com a umidade das chuvas de verão, por outro as pragas também se fortalecem muito nessa época. Elimine as ervas daninhas da terra próxima às plantas, e fique atenta aos parasitas e fungos que se desenvolvem no caule. Eles costumam se instalar no verão. Se quiser, você também pode acrescentar fertilizante ou produtos específicos para pragas e parasitas nos seus vados.

 

 

10 dicas para enfrentar o calor gastando pouca energia

O verão ainda nem chegou por aqui, mas as altas temperaturas já estão deixando o nosso final de ano bem tropical. Estamos acostumados com a nossa época de festas em noites quentes, mas sabemos que a temperatura média da Terra vem aumentando gradativamente, em função da emissão de gases do efeito estufa e que o calor só tende a piorar. Um estudo divulgado em novembro pelo Met Office, o serviço britânico de meteorologia, mostrou que só de janeiro a setembro deste ano, a temperatura média da Terra teve um aumento de 1,02 grau Celsius em relação ao início da Revolução Industrial. É a primeira vez que se registra um aumento dessa relevância, ultrapassando a marca do 1 grau Celsius. Portanto, para ajudar você a se refrescar poupando o meio ambiente, sem gastar muita água em banhos demorados ou energia com ar condicionado ligado o dia todo, separamos 10 dicas bem legais e fáceis de aplicar no dia a dia:

1– Hidrate-se muito bem, bebendo muita água, bebidas e alimentos refrescantes.

A hidratação é fundamental nos dias quentes. Bebidas geladas e alimentos frescos, como frutas e picolés de fruta, são boas opções para diminuir a temperatura do corpo e trazer mais conforto durante o verão.

2 – Deixe as cortinas da sua casa fechadas ao longo do dia.

Se você não tem nenhum tipo de filme que reflete a luz solar aplicado em suas janelas, as cortinas serão sua principal aliada para não superaquecer sua casa no verão. Mantendo as cortinas fechadas, você consegue bloquear a entrada excessiva de luz do sol e deixar o seu ambiente interno um pouco mais fresco.

3– Substitua as lâmpadas incandescentes

As vantagens de substituir as lâmpadas incandescentes ou “quentes” pelas lâmpadas brancas (ou “frias”) já são conhecidas: as lâmpadas frias ou de LED são muito mais econômicas e duráveis que as incandescentes. Além disso, as lâmpadas brancas também ajudam a refrescar as altas temperaturas do verão, uma vez que produzem muito menos calor que as que as lâmpadas quentes e,com essa simples substituição, você pode ajudar a diminuir o calor nos ambientes fechados e poupar energia.

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4 – Aproveite ao máximo o ar fresco da noite

Durante a noite, é comum que o ar não esteja tão abafado quanto durante o dia, então esse é o momento ideal para abrir todas as janelas da casa e deixar formar uma corrente de ar mais fresco. Previna-se da entrada de mosquitos e lembre-se de fechar as janelas e as cortinas novamente antes que o dia amanheça e que o sol volte a esquentar a casa.

5 – Use truques para umidificar o ar nos cômodos da casa

Um dos maiores desconfortos do calor é a sensação gerada pela falta de umidade, que deixa o ar abafado e “seco”. Para tentar melhorar isso dentro de casa, você pode utilizar recipientes cheios de água fresca em cada ambiente, como baldes e bacias. Para quem tem crianças em casa, é preciso ficar alerta para que elas não se tropecem, escorreguem ou até mesmo se afoguem. Outra boa opção é molhar toalhas de banho ou panos e espalhá-los pela casa, no encosto de cadeiras e nas portas dos armários, por exemplo.

6 – Faça versões geladas das suas receitas

A alimentação adequada também pode ajudar o seu corpo a ficar mais confortável no verão. Prefira refeições leves e consuma uma boa quantidade de frutas e verduras da estação. Se você costuma cozinhar em casa, uma boa dica é ser criativa e arriscar versões frias das suas receitas tradicionais, como um macarrão gelado ou uma sopa gelada (gazpacho). É uma delícia, experimente!

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7– Improvise o seu ar condicionado

Para não ligar o aparelho de ar condicionado e poupar energia, é possível deixar o ar mais gelado de uma maneira bem simples. Reutilize alguma garrafa de plástico que você tenha guardada, enchendo-a de água e deixando no congelador. Depois que ela estiver congelada, é só colocar a garrafa na frente de um ventilador ligado para ter ar gelado circulando pelo ambiente de maneira eficaz.

8 – Use roupas claras

No verão, podemos abusar dos shorts, regatas, saias, vestidos e chinelos. A ideia é ficar confortável e à vontade, e na hora de escolher qual roupa usar, prefira sempre cores claras e tecidos leves e naturais, como o algodão. As roupas sintéticas e muito justas apenas aumentarão a sensação de calor. O mesmo vale para as roupas de cama.

9- Quanto mais baixo, melhor

Sempre que puder, prefira ficar em lugares baixos, como o térreo de um sobrado. Como o ar quente é mais propenso a subir e se alojar mais próximo ao teto ou nos andares mais altos da casa, a melhor opção para estar num ambiente mais fresco é buscar o nível mais baixo do local.

10 – Sem tomar banho, mas com toalha molhada.

É comum que muitas pessoas tomem 2 ou até mesmo 3 banhos por dia no verão, mas essa é uma saída para combater o calor que custa muito caro para o meio ambiente. Então, aí vai uma dica: quando sentir muito calor e aquela vontade de tomar um banho bem gelado, coloque uma toalha molhada na testa ou no pescoço para diminuir a temperatura do corpo e se refrescar. Molhe a toalha novamente conforme sentir necessidade até que você se sinta mais confortável.

 

Fonte:http://www.dicasdemulher.com.br/7-maneiras-de-aliviar-o-calor-em-casa-sem-usar-ar-condicionado/

http://www.megacurioso.com.br/cotidiano/41903-15-dicas-para-sobreviver-ao-calor-sem-ar-condicionado.htm

Valorize frutas e legumes “feios”!

Responda rápido: no supermercado, quantas vezes você pegou um tomate meio torto ou um abacaxi com formato estranho e, sem pensar duas vezes, devolveu ao cesto? Supomos que algumas vezes, não? Esse é um hábito comum, e todos nós já nos pegamos escolhendo outra fruta ou legume com uma aparência mais bonita, mesmo quando o item “estranho” está igualmente adequado para o consumo.

Num universo em que o belo e o bom estão cada vez mais associados, nós escolhemos nossa comida (e vários outras coisas) por ser bonita, já que delimitamos que frutas, verduras e legumes saudáveis têm um determinado padrão na forma. Mas esse hábito é responsável por um enorme desperdício. Todos os anos, o equivalente a US$ 750 bilhões é registrado em perdas e desperdício de alimentos no mundo, seja por contaminação ou simplesmente pelo fato de um percentual de frutas, legumes e verduras serem considerados “feios”, ou seja, fora dos padrões estéticos para a venda em supermercados, hortifrutis e feiras. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em relatório sobre o custo anual com essas perdas. No Brasil, cerca de sete milhõarticle-2693000-1FA30DFD00000578-601_634x929es de toneladas de frutas e aproximadamente seis milhões de toneladas de hortaliças são desperdiçados por ano. O volume seria equivalente a 30% e 35% do total produzido, respectivamente.

Mas felizmente, na contramão dessa prática, vemos ganhar força campanhas contra desperdício de alimentos fora do padrão estético, e um dos incentivos é a repercussão internacional que o programa da cooperativa de consumo Fruta Feia, de Portugal, vem tendo desde que surgiu, no final de 2013. Hoje, a iniciativa conta com 500 consumidores associados e impede o desperdício semanal de duas toneladas de alimentos. Produtos pequenos, grandes demais ou disformes e que não conseguem ser escoados para supermercados são selecionados pelo projeto e vendidos em  duas opções de cestas, com custos entre € 3,5 a €7, em postos de coleta. Os compradores são famílias cadastradas, predominantemente de baixa renda.

No Brasil, os esforços ainda são tímidos, mas já existem. Sacolões volantes vendem frutas e hortaliças para comunidades com baixo poder aquisitivo, por preços mais em conta. O controle de desperdício também está na mira das redes supermercadistas: uma rede atacadista já implantou algo parecido em suas unidades da Vila Maria e de Parelheiros, onde vende onze tipos de legumes e frutas com 40% de desconto. Outra rede de varejo criou oferta de alimentos com descontos de até 40%, que são apresentados em uma gôndola sinalizada dentro das unidades.

Ajustar o olhar, refletir sobre um consumo consciente e procurar possibilidades muda o mundo. Que tal, da próxima vez, levar pra casa aquele tomate tortinho?

To point out the absurdity of throwing away food for aesthetic reasons, photographer Patrice de Villiers created some posters. They show various misshapen fruits & vegetables with messages like “Ugly Potato--Voted Miss Purée 2013,? "The Ugly Carrot--In a Soup Who Cares?" and "The Failed Lemon--From the Creator of the Lemon." The images were commissioned by Intermarché, the third-largest grocer in France. It used them for its "Inglorious Fruits & Vegetables" campaign, which offered discounts for specimens that would normally be thrown away. "The most vital element was ensuring the ‘strange but lovable’ theme shone through," de Villiers said in an email. "[I] spent time observing our uglies trying to find the precise angle which showed both their ‘ugliness’ and their loveliness, finding their unique character." "It’s the taste that matters," she adds. "Given the vast amount of fresh produce needlessly thrown away, the sooner more supermarkets implement something like the Intermarché strategy the better." In fact, Intermarché only gave discounts at a few stores in a single French town, and only for a two-day period. But you get the photographer's point. It would be good if we started thinking about food for its taste, nutrition, and calorie value--not for how it appears on the shelves.