Como ser mais sustentável

Descubra sobre iniciativas e atitudes sustentáveis, saiba mais sobre consumo consciente e aprenda como aplicar mudanças no seu dia a dia que ajudam a preservar o meio ambiente.

Você já ouviu falar da água cinza?

Curioso pensar em água que não seja transparente, não é?  Mas, esse termo existe para denominar uma água reutilizada: a água cinza ou cinzenta é qualquer água não-industrial, que foi usada em processos domésticos, como o banho ou lavar a louça e a roupa. Esse tipo corresponde entre 50% e 80% do esgoto residencial, recebendo esse nome pela sua aparência turva. Ela possui resíduos de alimentos e altas concentrações de produtos químicos tóxicos, provenientes de materiais de limpeza, entre outros.

Existe também a água negra, que é aquela água descartada que possui matéria fecal e urina. Ela recebe esse nome por conta da grande quantidade e composição dos seus produtos químicos e contaminantes biológicos, e por ser mais difícil de ser reciclada.

Apesar dos resíduos presentes e de parecer “suja”, a água cinzenta é uma fonte segura e até mesmo benéfica da água para irrigação. Além do evidente benefício econômico de poupar água, a reutilização de águas cinzas também ajuda muito o mei ambiente, já que a mantém fora do esgoto ou do sistema de fossa séptica, reduzindo as chances de poluir lençóis de água locais.

Existem muitas maneiras simples e econômicas para reutilização de águas cinzas até mesmo em casa, sendo a mais popular delas regar o jardim. Para isso, é preciso canalizá-la diretamente para fora da casa e usá-la para regar plantas ou árvores.

Se for tentar fazer um sistema de utilização de água cinza em sua casa, não se esqueça que é essencial não usar nada tóxico, fazendo uso de produtos naturais e sabonetes biodegradáveis, que não contêm ingredientes prejuciais as plantas. J

 

 

Conheça o saco plástico solúvel em água e que não polui o meio ambiente.

Num cenário onde a contaminação ambiental gerada pelas sacolas plásticas se tornou um problema mundial e mais de vinte países já proibiram ou adicionaram impostos à sua utilização, a empresa Solubag inovou para enfrentar este problema de maneira sustentável, criando uma matéria-prima similar ao plástico, amigável com o meio ambiente e solúvel em água.

“Após estudar a indústria, e considerando que por ano são usadas em torno de um trilhão de sacolas plásticas no mundo inteiro, percebemos que não havia sido desenvolvida, no plano massivo, a ideia de criar um produto de uso cotidiano com base em insumos que não fossem nocivos para nosso entorno”, explicou Roberto Astete, gerente geral da empresa.

Com uma mudança sutil na fórmula do plástico, que permite substituir o petróleo por pedra calcária, esse grupo de empreendedores chilenos conseguiu fabricar sacos de plástico e de tecido reutilizáveis solúveis em água que não contaminam o meio ambiente.

Roberto Astete e Cristian Olivares, os dois artífices deste produto, começaram a fazer experiências para fabricar um detergente biodegradável, mas acabaram por encontrar uma fórmula química à base de PVA (álcool polivinílico, solúvel em água) que substitui os derivados do petróleo, responsáveis pela alta durabilidade dos plásticos que está a dizimar animais marinhos e a deteriorar o meio ambiente. A fórmula encontrada permite “produzir qualquer material plástico”, razão pela qual pode ser aplicado no fabrico de talheres, pratos e embalagens.
A grande diferença entre o plástico tradicional e o inventado pelos chilenos é que o tradicional vai estar entre 150 e 500 anos no meio ambiente e o deles apenas cinco minutos.

Em coletiva de imprensa, os dois criadores demonstraram a solubilidade imediata dos seus sacos de plástico em água fria ou de bolsas de tecido reutilizáveis em água quente. “O que fica na água é carbono”, assegura Astete. Carbono esse que, segundo testes médicos, “não tem nenhum efeito no corpo humano”.

E quando chove?

Como garantir que as compras chegam a casa se chover? Os fabricantes dizem que podem programar a temperatura à qual os sacos de plástico se dissolvem no contato com a água. Outra vantagem destes sacos é que são antiasfixia, uma causa importante de mortalidade infantil, uma vez que se dissolvem em contato com a língua ou lágrimas.

Com a sua produção maciça, que pode ser feita nas mesmas empresas que fabricam os plásticos convencionais – basta alterar a fórmula -, o preço destes novos produtos pode ser similar ao dos atuais, garantem.

A iniciativa ganhou o prémio SingularityU Chile Summit 2018 como empreendimento catalizador de mudança, o que rendeu aos inventores um estágio no Vale do Silício, Estados Unidos, a partir de setembro.

Fonte: UOL e CicloVivo

 

E você, já tirou seu passaporte verde?

Seja aos finais de semana ou na hora de planejar aquelas férias tão esperadas, o turismo sustentável é uma ótima pedida! Buscando estimular esta nova consciência e comportamento, que vão além do turismo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em parceria com os ministérios do Meio Ambiente, Esportes, Turismo e Desenvolvimento Social, lançou em 2008 uma iniciativa chamada Passaporte Verde. Em 2015, foi lançada a edição Passaporte Verde nos Jogos Rio 2016, oferecendo novas dicas e roteiros aos turistas que desembarcaram no Rio de Janeiro para acompanhar os eventos.

No portal do Passaporte Verde existem mais de setenta opções de passeios que estimulam vivenciar a sustentabilidade nos momentos de lazer. O site também traz opções para planejar a viagem, fazer as malas, como deixar a casa preparada para a sua ausência, escolher a hospedagem, aproveitar a cidade da maneira mais sustentável, como se comportar em áreas naturais e nas praias, quais as melhores alternativas de deslocamento e como escolher as refeições.

Confira algumas dicas de roteiros sustentáveis:

– Em Belo Horizonte (MG), conheça o Jardim Japonês. Foram plantadas árvores típicas do Japão como o pinheiro oriental, a cerejeira, a azaleia e o bambu.

– Passe um dia na Chapada Imperial: reserva ecológica particular que preserva mais de 4.000 hectares com a maior área de mata de cerrado dentro do DF.

– Um dos destinos de ecoturismo mais procurados do país, a Chapada dos Guimarães (MT) permite a prática de atividades como trekking, rapel, flutuação e escalada.

– Desfrute de Curitiba (PR) com o grupo Pedala Curitiba, circuito noturno de bicicleta que permite a observação de vários pontos de interesse turístico, trazendo um olhar diferente da cidade e o roteiro sugere também caminhos valorizados pela história e desenvolvimento urbano da cidade.

– Faça a Trilha da Ladeira de São Sebastião, no Ceará, que possui boa parte de seu caminho preservado e é a mais utilizada em ações de educação ambiental.

– No Amazonas, tenha uma experiência Indígena na Comunidade do Tupé. A visita inclui conhecer o ritual indígena, apresentado pelas etnias indígenas Dessana, Tucano e Tuyuka; trilha etnográfica com os povos indígenas; visita à fazenda de peixes do Projeto Tanque Rede; e trilha de água até a cachoeira e caminhada sobre igapó (ecossistema de floresta inundada).

– Roteiro de compras sustentáveis: a cidade de Natal (RN) possui valiosos espaços para o visitante encontrar os artesanatos regionais, feitos pelo povo potiguar.

– Conheça o Parque Estadual de Itapuã que está situado em Viamão, a 57 km de Porto Alegre (RS) e é um refúgio de paisagem natural da região metropolitana. O Parque abriga áreas de campos, matas, dunas, lagoas, praias e morros às margens do lago Guaíba e da laguna dos Patos.

– Em Recife (PE), faça um passeio pelos mercados, conhecendo a gastronomia típica. Destaque para o Mercado de São José, onde há grande quantidade e diversidade de artesanato e de produtos da cultura afro.

– Com belíssimos cenários, a cidade do Rio de Janeiro é um convite aos moradores e visitantes para a prática de exercícios ao ar livre: caminhe, pratique frescobol, futebol de areia, futevôlei, vôlei de praia e faça um passeio de bicicleta pela orla.

– Maior do Brasil e segunda do mundo, a Baía de Todos os Santos, na Bahia, é um belo cenário para experiências náuticas. Mar de águas calmas e cristalinas, envoltos por uma áurea histórica secular e pela Mata Atlântica, em contraste com os vastos manguezais, restingas e recifes de corais, abriga cinquenta e seis ilhas e é uma Área de Proteção Ambiental (APA).

– Em São Paulo são muitas opções de programas sustentáveis. São quatro roteiros e uma lista de atrativos, que levam de uma a três horas cada e envolve o visitante num dia repleto de novos aprendizados: Roteiro Espécies Ameaçadas, Roteiro Histórico, Caminho das Águas e Trilha Sensorial.

Fonte: Akatu

E se você pudesse trabalhar à bordo de um coworking flutuante e sustentável, que percorre os sete mares?

Em um mundo de competição acirrada por empregos, trabalhar longas horas tornou-se a regra e as pessoas têm cada vez menos tempo para equilibrar os outros aspectos essenciais de nossas vidas (pessoal, saúde, espiritual). Em resposta a isso, muitos trabalhadores têm usado a tecnologia a seu favor, produzindo e operando em lugares independentes e em horários mais flexíveis, mudando a noção já estabelecida de estar sentado no escritório durante 8 horas seguidas.
Para atender a esses nômades digitais, centros de trabalho colaborativos surgiram em muitas cidades ao redor do mundo. Agora, há também uma incrível novidade: o Coboat, um catamarã de energia sustentável que funciona como um espaço de coworking flutuante para até vinte nômades digitais de cada vez.

Coboat3

Os co-fundadores James Abbott, Tommy Westlin, Gerald Schombs e Karsten Knorr tiveram a ideia depois de se inspirarem na atmosfera dos coworkings, bem como no sonho de poder navegar o mundo. Trata-se de combinar o espírito empreendedor encontrado em muitos espaços de trabalho conjunto com uma aventura em alto mar, adotando quase um estilo de vida.

Coworking zero carbono

O espaço utilizado pelo Coboat é um catamarã Nautitech de 82 pés de comprimento, que é impulsionado por energia solar e eólica. O objetivo do Coboat é ter zero emissões de carbono, usando energia renovável para fornecer água potável dessalinizada, bem como uma conexão de Internet 24/7, fornecida por satélite (durante o período de navegação) ou por redes 3G ou 4G quando estiver atracado.

Coboat2

Permanecer no Coboat não é barato, mas muitas pessoas já se inscreveram, desde o lançamento, em 2015. O preço começa em US $ 1.320 por semana e inclui acomodações compartilhadas, todas as refeições, bebidas não alcoólicas e taxas portuárias. O Coboat já partiu da Tailândia, das Maldivas, das Seychelles e do Mediterrâneo, e terminou no Caribe no final de 2016.

Se quiser saber mais e, quem sabe até buscar o seu lugar nessa aventura, acesse https://www.coboat.org.

 

Fonte: www.treehugger.com

Conheça o dispositivo que consegue tirar água do deserto

Com inúmeros avanços tecnológicos que acontecem nos últimos tempos, é quase inacreditável pensar que ainda temos um problema muito grave e básico, de proporções mundiais: a falta de água. Ainda hoje, bilhões de pessoas no mundo sofrem com a falta de acesso à água potável. um experimento liderado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, parece promissor na busca de uma solução para essa questão essencial: o aparelho testado é capaz de extrair água potável até mesmo do ar de desertos. 

O teste foi realizado na cidade de Tempe, no Arizona, que oferece condições similares às encontradas nas regiões mais áridas do planeta. Por lá, a umidade relativa média do ar no ano é de 31%, mas durante os meses mais secos fica constantemente abaixo dos 10%.

Apesar de ter sido realizado em pequena escala, o experimento conseguiu extrair alguns mililitros de água a partir da pouquíssima umidade relativa do ar desértico. E o melhor: sem contaminar o líquido durante o processo. 

Como é possível?

O sistema conta com uma tecnologia baseada em estruturas metal-orgânicas (MOFs) que têm superfícies microscopicamente extensas e porosas. Ou seja, o material é como uma esponja, tendo uma área extensa de contato molecular com o ar. Segundo os pesquisadores, 1 kg desse material é o suficiente para gerar cerca de meio litro de água potável por dia. 

O aparelho funciona a partir de energia solar, afinal não há melhor fonte de energia disponível quando se trata de um deserto.

“Essa tecnologia é fantástica, pois demonstrou como um sistema de coleta de água baseado em estruturas metal-orgânicas atua no resfriamento do ar, mesmo em climas desérticos. Com o seu aprimoramento, pode se tornar um importante método de produção de água em qualquer região do planeta”, explicou Yang Yang, professor e engenheiro de materiais da Universidade da Califórnia. 

O protótipo foi projetado em uma escala muito pequena e só teve capacidade de funcionar durante o ciclo de um dia, mas provou que é possível. Agora, vamos ficar na torcida para que existam investimentos no projeto, a fim de tentar achar mais uma forma de ajudar a matar a sede de bilhares de pessoas no planeta.

 

Fonte: MIT, Epoca

Está precisando de um motivo para sair do sofá? Veja 5 ótimas razões para você começar a se exercitar hoje mesmo!

O Dia do Esportista está chegando e queremos lembrar a importância da atividade física para uma vida mais saudável. Pesquisas recentes apontam que quase metade dos brasileiros (45%) estão sedentários.

A prática de exercícios físicos, além de uma alimentação saudável e hidratação correta trazem inúmeros benefícios à saúde física e emocional e podem até ajudar no seu desempenho nos estudos e no trabalho. Se você estiver com o corpo parado, tente inserir atividades mais básicas no dia a dia, como subir as escadas em vez de pegar o elevador, dançar enquanto limpa a casa e ir caminhando para o trabalho de vez em quando.

 

Vamos listar  aqui 5 motivos pelos quais você deve começar a se exercitar hoje mesmo:
1) Melhora a postura e a flexibilidade: com exercícios localizados, os músculos das costas e do abdômen reeducam o corpo, prevenindo contra dores musculares; o alongamento de diferentes grupos musculares deve ser feito regularmente ao longo da semana e aumenta a flexibilidade do corpo.

2) Fortelece o sistema imunológico e diminui o risco de diversas doenças: a prática de atividade física aumenta a imunidade do organismo e ajuda a inibir, por exemplo, os famosos resfriados. Reduz o colesterol ruim, pois cataboliza gorduras que circulam pelo organismo, combate a osteoporose, pois fortalece a massa óssea devido ao impacto promovido pelos exercícios no corpo e ainda diminui os riscos do câncer de mama, pois os exercícios diminuem os níveis de estrogênio – hormônio intimamente ligado a este tipo de câncer.
3) Quem se exercita, prospera: uma pesquisa recente feita pelo economista Vasilios Kosteas, da Cleveland State University, revela que pessoas que fazem exercícios físicos pelo menos três vezes por semana ganham 9% mais do que sedentários. Quem malha de uma a três vezes na semana, ganha 5% a mais. Segundo o pesquisador, a ginástica ajuda no foco e na atividade cerebral, liberando endorfinas e melhorando a saúde e as habilidades físicas e emocionais das pessoas. Tudo isso, claro, resulta em um profissional mais produtivo, capacitado e qualificado.

 

4) Melhora a autoestima e até o desempenho sexual: quem é ativo regularmente passa a sentir os efeitos psicológicos positivos dos exercícios físicos, como aumento da autoestima e mudança da autoimagem, que melhora até entre os mais tímidos. Os treinos também podem ser benéficos para aumentar o desejo sexual e, ainda, prevenir e tratar a disfunção erétil, por exemplo. Um estudo da University of California mostrou que corridas de 15 a 20 minutos de duração, todos os dias, são suficientes para aumentar a libido de mulheres e homens com problemas de desejo. Além

 

5) Regula o sono e auxilia no tratamento de doenças emocionais: os tradicionais remédios contra a depressão nem sempre fazem o efeito desejado e, no lugar deles, os exercícios físicos podem conseguir reverter o quadro, conforme indicam diversas pesquisas. A prática de exercícios ajuda a diminuir a ansiedade e regular o sono, sendo importante em diversos tratamentos emocionais, uma vez que libera endorfina no organismo, substância responsável pela sensação de bem-estar.
Fonte: G1 e Exame

12 mitos e verdades sobre câncer de mama

No mês de conscientização e combate ao câncer de mama, queremos abordar alguns pontos sobre a doença que ainda geram muita confusão e que, muitas vezes, dificultam o diagnóstico. Ainda há muita falta de informação e dúvidas não esclarecidas para as brasileiras, que são muito importantes. Tome nota:

1. Algumas mulheres da minha família tiveram câncer de mama. Por isso, corro mais riscos.
Verdade – Ter mãe, irmã ou filha com câncer de mama aumenta o risco em 80%. Há um teste que mostra se há mutações genéticas. Se for detectada a mutação, as cirurgias preventivas conseguem reduzir bastante esse risco.

2. Fazer mamografia todos os anos é necessário para detectar tumores. 
Verdade – A mamografia é a principal forma de diagnóstico precoce da doença. Quem tem histórico familiar deve fazer o exame a partir dos 25 anos. As demais, após os 40. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura.

3. Faço o autoexame apalpando meus seios em busca de caroços. Não preciso de outros exames. 
Mito – O autoexame das mamas é uma prática positiva, que deve ser estimulada. Contudo, ele não é capaz de detectar vários tipos de tumores, especialmente aqueles em fase inicial, com maiores chances de cura.

4. Mulheres obesas ficam mais suscetíveis à doença.
Verdade – O excesso de peso é prejudicial porque o tecido gorduroso aumenta os níveis de estrogênio.

5. A terapia de reposição hormonal pode ser um fator de risco.
Verdade – A terapia costuma ser usada em mulheres na pós-menopausa para melhorar os sintomas do climatério e reduzir a osteoporose. Porém, o uso de estrogênio e progesterona compromete as alterações que as glândulas mamárias sofrem com o avançar da idade. Isso aumenta o risco de câncer de mama quando o uso é por tempo prolongado.

6. Quem menstrua muito cedo ou é mãe depois dos 30 anos tem maior probabilidade de desenvolver a doença.
Verdade – O risco aumenta porque essas mulheres menstruam mais vezes ao longo da vida, ficando excessivamente expostas aos hormônios estrogênio e progesterona.

7. Praticar uma atividade física ajuda na prevenção.
Verdade– Cerca de 30 minutos diários de caminhada são suficientes, além de trazer outros benefícios para o corpo.

8. Próteses de silicone podem causar câncer.
Mito– Não há relação entre câncer de mama e próteses de silicone. O único problema é que o implante pode dificultar o diagnóstico de tumores.

9. Existem tipos diferentes de câncer de mama

Verdade –  A medicina consegue identificar diferentes tipos de câncer de mama e os tratamentos são cada vez mais específicos.

10- A mulher que retira o tumor perde a mama

Mito – A cirurgia de retirada do tumor ou de toda a mama faz parte do tratamento contra o câncer, mas a reconstrução pode e deve ser feita. Atualmente, a tendência é preservar a maior parte da mama, sempre respeitando a segurança oncológica da paciente.

11- Amamentar protege a mama do câncer.

Verdade – Quando o bebê mama, as células mamárias ficam produzindo leite e se multiplicam menos, o que reduz o risco de contrair a doença.

12 – Dor nas mamas é sinal de câncer.

Mito – O principal sintoma é o nódulo (caroço) que aparece nas mamas, que pode ou não ser acompanhado de dor. Além disso, podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, ou aspecto enrugado semelhante à casca de laranja, e até mesmo secreção no mamilo. Mas, na maioria dos casos, a dor nas mamas é apenas sinal de alterações benignas causadas pelas oscilações hormonais.

Quanto você acha que é possível economizar com eletricidade se instalar painéis solares na sua casa?

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar.

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar. (linkar para a página do simulador http://www.americadosol.org/simulador/).

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Jovem islandês inventa uma garrafa comestível!

O volume de lixo produzido em todo o mundo é imenso e, a cada dia que passa, a quantidade de garrafas plásticas descartadas no meio ambiente só aumenta. Preocupado com esse problema, Ari Jónsson, um estudante islandês de design, desenvolveu uma inusitada alternativa para reduzir o descarte desse material.

A matéria da revista exame conta que Jónsson criou uma garrafa biodegradável e que pode ser ingerida. A solução usada por Ari Jónsson chama-se ágar (também conhecida como ágar-ágar), uma substância feita a partir de algas que apresenta consistência gelatinosa. 

Para criar uma “garrafa de algas”, ele misturou um pouco de ágar em pó com água, aqueceu o composto e o verteu em um molde com forma de garrafa que, em seguida, foi resfriado até o agár ficar sólido e pronto para uso.

Como a garrafa se decompõe naturalmente depois de um tempo, ela reduziria o impacto do descarte incorreto. Além disso, a garrafa pode ser mastigada e ingerida, para quem quiser provar. O Ágar é uma alga praticamente sem sabor e é muito utilizado na cozinha vegetariana. Essa não é a única inovação para tentar substituir as garrafas plásticas. Você se lembra do post que fizemos sobre a Ooho? Esse é outro exemplo muito legal de um design inovador, em favor do meio ambiente, que também entrega água em embalagem comestível feita a partir de algas.

Pesquisador brasileiro cria irrigador solar automático com materiais recicláveis

O irrigador desenvolvido pelo físico Washington Luiz de Barros Melo, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), não utiliza nenhum tipo de motor, custa cerca de R$20 e ainda evita o desperdício causado pelo gotejamento do sistema comum de irrigação. A ideia é que essa nova tecnologia possa ser usada não apenas na agricultura, mas também nas zonas urbanas, para os jardins de muitas casas.

A ideia do equipamento de Melo se baseia num simples princípio da física: a termodinâmica.  A energia solar é captada por uma garrafa pintada de preto (para a máxima absorção de luz), com apenas ar dentro. Uma vez que a luz é absorvida, a garrafa aquece e expande o ar que está dentro dela. O ar procura sair e acaba então funcionando como uma bomba, que pressiona a água destinada à irrigação, expulsa por uma mangueira com pequenos furos que permitem que, aos poucos, as gotas caiam e molhem a terra. Do outro lado, uma garrafa também com mangueira, retira água de um galão, para compensar a diferença de pressão do ar. Veja no esquema abaixo:

esquema 2

Para quem quiser montar o equipamento em casa, é importante ficar atendo à vedação. É fundamental que as três primeiras garrafas estejam hermeticamente vedadas para o bom funcionamento do sistema. Adesivos plásticos dão conta do recado, mas a aplicação tem que ser feita com muito cuidado e atenção.

Valendo-se unicamente do sol como fonte de energia e feito apenas com materiais recicláveis, como garrafas de plástico e de vidro e tubos plásticos, esse equipamento custa cerca de 10% do que custaria um sistema de irrigação comum, com energia elétrica, bomba e motor.  Além disso, evita muito desperdício de água, sendo um sistema mais controlado, regando as plantas de acordo com a necessidade delas.

Que tal montar um desses para o jardim da sua casa? 🙂

 

 

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