Como ser mais sustentável

Descubra sobre iniciativas e atitudes sustentáveis, saiba mais sobre consumo consciente e aprenda como aplicar mudanças no seu dia a dia que ajudam a preservar o meio ambiente.

Vai sair de férias? Então que tal escolher um destino no novo mapa de turismo sustentável do Brasil?

 

Blog + Pureza Natureza

Se você se preocupa com o meio ambiente também na hora de viajar, vai adorar a novidade que o Ministério do Turismo lançou no início do mês de agosto: o Mapa de Turismo Sustentável. Criado para facilitar a busca por destinos, iniciativas e empreendimentos que apostam em ações sustentáveis, essa plataforma digital tem a função de ser um facilitador para os turistas e de reunir as iniciativas de turismo sustentável brasileiro num só lugar.

Qualquer viajante, empresário e gestor público pode acessar o mapa com as informações sobre as iniciativas de turismo sustentável por meio do site desenvolvido pelo Ministério do Turismo em parceria com a Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo).Blog + Pureza Natureza

Os interessados poderão localizar facilmente as iniciativas vencedoras em todas as edições do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade, fazendo da plataforma uma intermediadora que valoriza e destaca empresas, destinos e empreendimentos que possuem um compromisso com ações sustentáveis no país.

Desenhado para ser uma ferramenta muito fácil e intuitiva, o mapa traz informações em 3 idiomas (inglês, espanhol e português) e permite que qualquer pessoa saiba mais sobre as 56 iniciativas premiadas desde 2012, agrupando as iniciativas de maneira georeferenciada, classificadas por categorias, de forma simples e dinâmica.

O setor de turismo gera inúmeros empregos, leva mais de 1 bilhão de pessoas a viajarem pelo mundo e é responsável por 9% do PIB mundial.  Essa atividade econômica, apesar de parecer inofensiva, também gera inúmeros impactos negativos no meio ambiente.

Por isso, a iniciativa do turismo sustentável surgiu para pensar no turismo como uma maneira de contribuir para o bem-estar, qualidade de vida e retorno financeiro, tendo o tripé ambiental, sociocultural e econômico como base. Por isso, é muito importante incentivar aqueles que buscam fomentar essa mudança. Nas palavras do ministro do Turismo, Alberto Alves, o mapa  “É uma forma de dar visibilidade àqueles que apostaram na sustentabilidade como um diferencial do seu empreendimento e sensibilizar os demais para adotarem a mesma atitude”.

 

Saiba mais acessando: http://www.iniciativassustentaveis.turismo.gov.br

 

Conheça o Zera, uma máquina de compostagem automática.

Já falamos sobre a importância do processo de compostagem aqui mesmo no nosso Blog. Resumidamente, compostagem é um processo que transforma resíduo orgânico em adubo orgânico. Existem algumas técnicas para realizar a compostagem atualmente e muitas oficinas que ensinam como construir aparatos e realizar esse processo em casa. Agora, vamos apresentar uma novidade para que vai facilitar muito a vida de quem quer contribuir com o meio ambiente por meio dessa simples atitude: o Zera Food Recycler, uma composteira automática.

Concebido para ficar na cozinha, o Zera promete reduzir o lixo orgânico em dois terços (tendo como base um volume de 3,5 kg por semana) de seu montante original por meio de um processo totalmente automatizado. O resultado é um fertilizante pronto para uso feito ao longo de 24 horas, que pode ser utilizado em diversos tipos de jardins.

Como funciona?

Zera utiliza oxigênio, umidade, calor e agitação mecânica para acelerar a decomposição de uma semana de resíduos orgânicos alimentares em 24 horas. A fabricante do produto fornece um aditivo, com base em bicarbonato de sódio e fibra de coco (sem química nociva) para facilitar a decomposição acelerada.

Diferentemente do processo comum, com o Zera, é possível inserir resíduos de carne e de laticínios (deve-se evitar pedaços grandes de ossos) e o processo de transformação do lixo orgânico em composto é muito mais rápido por conta da automação – o usuário não precisa regular umidade, calor, aeração ou se preocupar com insetos indesejados. Outra diferença com relação à compostagem comum é que o composto resultante do Zera é seco.

  1. Zera aditivo: feito de fibra de coco e bicarbonato de sódio – são necessários para para efetuar quebra de moléculas de resíduos de alimentos;
  2. Tampa deslizante – fecha o compartimento de depósito de resíduos quando o aparelho não é usado;
  3. Caixa de mistura – detém o equivalente a uma semana de restos de comida (para uma família média);
  4. Bandeja de saída – caixa conveniente e removível que contém, após a realização do processo interno do aparelho, adubo caseiro pronto para uso;
  5. Painel de controle – executa funções como iniciar, parar, pausar e receber notificações para executar o dispositivo após sete dias;
  6. Motor de mistura – ativa a lâmina de mistura para processar resíduos de alimentos;
  7. Lâmina de Mistura – juntamente com o calor e com o aditivo, as lâminas revolvem e “quebram” restos de comida;
  8. Filtro – projetado para reduzir odores.

 

Como o processo é muito acelerado, o composto não tem a mesma qualidade do tradicional, mesmo pode ser armazenado por até seis meses. Basta ligar o Zera na tomada para que ele funcione. Também possui um aplicativo de celular que permite funções como começar e parar o ciclo remotamente.

O produto ainda não está disponível para compra fora dos Estados Unidos, mas deve chegar em breve ao Brasil. Enquanto isso, você pode ir construindo uma composteira doméstica e partir para o métodos tradicional da vermicompostagem.

Quer saber mais? Acesse o site e descubra: https://www.zera.com/

Fonte: eCycle

6 dicas para curtir um verão mais sustentável.

Nos dias de calor intenso do verão, tudo o que mais queremos é nos refrescar, não é mesmo? Por conta disso, muitas vezes não nos damos conta de que estamos utilizando água ou energia elétrica de maneira inadequada, colocando em risco os recursos do meio ambiente.

Além das dicas já conhecidas para economia de água e luz, como trocar a mangueira pelo balde, fechar a torneira ao escovar os dentes, consertar os vazamentos e reutilizar a água da máquina de lavar para limpar a calçada ou o carro, vamos sugerir outras 6 ideias para você passar o verão de forma sustentável:

 

 1 – AR CONDICIONADO

O ar-condicionado é um grande aliado nos dias de calor forte, mas precisa ser utilizado e corretamente e com consciência: mantenha portas e janelas fechadas para potencializar a eficácia do aparelho; no ambiente de trabalho, desligue o aparelho uma hora antes do final do expediente, mantenha sempre os filtros limpos, para melhorar o funcionamento e não prejudicar a saúde. Mesmo com essas dicas, sempre que possível, escolha o ventilador para refrescar o ambiente, já que ele consome muito menos energia.

 

2 – ROUPAS NO VARAL

Para aqueles que têm secadoras de roupas em casa, a época de verão é ideal para dar um sossego ao aparelho: aproveite o tempo quente e seco para deixar as roupas secarem no varal. Essa é uma medida que ajuda a economizar energia e a poupar a camada de ozônio, já que é possível evitar a emissão de mais de 317 quilos de gás carbônico na atmosfera, se substituirmos a secadora pelo varal durante metade do ano.

 

3 – BANHOS

Um banho frio no verão é muito bem vindo! Nos dias de calor, procure ajustar o seu chuveiro para a posição ‘verão’ ou tomar um banho gelado mesmo: além de fazer bem à saúde, você economiza energia, deixapost1-capa1ndo a conta de luz menos pesada. Não se esqueça também de reduzir o tempo no banho para economizar água.

 

4 – GELADEIRA

Já sabemos que a geladeira é uma grande consumidora de energia. E no verão é ainda pior, já que normalmente aumentamos a potência do aparelho para poder compensar as altas temperaturas. Por conta disso, o ideal é organizar um esquema para tirar e guardar os alimentos de uma só vez, evitando abrir a porta da geladeira com muita frequência. Além disso, para melhorar o funcionamento do refrigerador, é importante manter a parte de trás sempre limpa e a borracha da porta aderente, para que a geladeira feche por completo.

 

5 –PISCINAS

Um bom mergulho na piscina é ideal para se refrescar, não é mesmo? Para quem não tem piscina em casa, as piscinas de plástico são uma boa saída no verão, garantindo a diversão da família. O primeiro problema com essas piscinas está na quantidade de água utilizada para enchê-las: procure utilizar água da chuva filtrada para economizar água. Na hora de esvaziar as piscinas de plástico, aproveite para utilizar essa água para lavar carros e calçadas e até mesmo para usar no vaso sanitário. Além disso, utilize sempre os produtos adequados para a limpeza da água da piscina e coloque uma capa de proteção na piscina, evitando que pequenos insetos caiam na água e reduzindo a perda de calor.

 

6 – APROVEITE O HORÁRIO DE VERÃO

Até o dia 19 de fevereiro, teremos 1 hora a mais de luz solar todos os dias, por conta do horário de verão. Com isso, a iluminação artificial é acionada mais tardiamente,  deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio: isso faz com que o consumo de energia elétrica e consumo de água dos reservatórios das hidrelétricas seja reduzido. Para este ano, o governo federal estima que irá economizar R$ 147,5 milhões. Então, não se esqueça de aproveitar a iluminação natural até o último raio de sol e contribuir para o meio ambiente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto você acha que é possível economizar com eletricidade se instalar painéis solares na sua casa?

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar.

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Em média, a redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares é de 30%. Desde 2012, o setor de energia solar vem crescendo na casa dos 20% ao ano. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil já tinha uma quantidade de coletores instalados capazes de gerar energia equivalente a 30%  da capacidade instalada da Usina de Itaipu.

No Brasil, existem 37 normas que incentivam o uso de aquecedores solares, sendo que algumas leis estaduais preveem, inclusive, incentivos por meio de isenções fiscais. Além disso, existem muitos projetos tramitando no país, sendo que o mais abrangente deles prevê deduções no imposto de renda que vão de 25 a 100% do investimento em equipamentos de aquecimento solar para pessoas físicas e jurídicas na compra de bens e serviços.

Legal, não é? Todo mundo já sabe que essa fonte de energia é melhor para o meio ambiente, mais econômica e infinita. Se você estiver pensando em instalar painéis na sua casa e quiser avaliar melhor o investimento, é possível ter uma estimativa do quanto poderia economizar na sua casa utilizando o Simulador Solar. (linkar para a página do simulador http://www.americadosol.org/simulador/).

Essa ferramenta foi desenvolvida pelo instituto Ideal, que promove a geração de energia renovável na América Latina, colocou no ar uma ferramenta onde as pessoas podem avaliar se vale a pena colocar painéis solares nas suas casas. O  simulador mostra quanto uma pessoa pode economizar se instalar painéis fotovoltaicos no telhado ou jardim de casa, dependendo da cidade e do consumo de energia da família.

Todas as informações que o simulador precisa podem ser encontradas na fatura da conta de energia. A simulação é aproximada, e a ferramenta tem suas limitações, mas o simulador já ajuda a quem não entende nada do assunto a avaliar se instalar os painéis é uma opção rentável para a sua casa. Além disso, você ainda consegue calcular o quanto você deixa de poluir gerando energia solar, uma das fontes mais limpas de energia.

Jovem islandês inventa uma garrafa comestível!

O volume de lixo produzido em todo o mundo é imenso e, a cada dia que passa, a quantidade de garrafas plásticas descartadas no meio ambiente só aumenta. Preocupado com esse problema, Ari Jónsson, um estudante islandês de design, desenvolveu uma inusitada alternativa para reduzir o descarte desse material.

A matéria da revista exame conta que Jónsson criou uma garrafa biodegradável e que pode ser ingerida. A solução usada por Ari Jónsson chama-se ágar (também conhecida como ágar-ágar), uma substância feita a partir de algas que apresenta consistência gelatinosa. 

Para criar uma “garrafa de algas”, ele misturou um pouco de ágar em pó com água, aqueceu o composto e o verteu em um molde com forma de garrafa que, em seguida, foi resfriado até o agár ficar sólido e pronto para uso.

Como a garrafa se decompõe naturalmente depois de um tempo, ela reduziria o impacto do descarte incorreto. Além disso, a garrafa pode ser mastigada e ingerida, para quem quiser provar. O Ágar é uma alga praticamente sem sabor e é muito utilizado na cozinha vegetariana. Essa não é a única inovação para tentar substituir as garrafas plásticas. Você se lembra do post que fizemos sobre a Ooho? Esse é outro exemplo muito legal de um design inovador, em favor do meio ambiente, que também entrega água em embalagem comestível feita a partir de algas.

Pesquisador brasileiro cria irrigador solar automático com materiais recicláveis

O irrigador desenvolvido pelo físico Washington Luiz de Barros Melo, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), não utiliza nenhum tipo de motor, custa cerca de R$20 e ainda evita o desperdício causado pelo gotejamento do sistema comum de irrigação. A ideia é que essa nova tecnologia possa ser usada não apenas na agricultura, mas também nas zonas urbanas, para os jardins de muitas casas.

A ideia do equipamento de Melo se baseia num simples princípio da física: a termodinâmica.  A energia solar é captada por uma garrafa pintada de preto (para a máxima absorção de luz), com apenas ar dentro. Uma vez que a luz é absorvida, a garrafa aquece e expande o ar que está dentro dela. O ar procura sair e acaba então funcionando como uma bomba, que pressiona a água destinada à irrigação, expulsa por uma mangueira com pequenos furos que permitem que, aos poucos, as gotas caiam e molhem a terra. Do outro lado, uma garrafa também com mangueira, retira água de um galão, para compensar a diferença de pressão do ar. Veja no esquema abaixo:

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Para quem quiser montar o equipamento em casa, é importante ficar atendo à vedação. É fundamental que as três primeiras garrafas estejam hermeticamente vedadas para o bom funcionamento do sistema. Adesivos plásticos dão conta do recado, mas a aplicação tem que ser feita com muito cuidado e atenção.

Valendo-se unicamente do sol como fonte de energia e feito apenas com materiais recicláveis, como garrafas de plástico e de vidro e tubos plásticos, esse equipamento custa cerca de 10% do que custaria um sistema de irrigação comum, com energia elétrica, bomba e motor.  Além disso, evita muito desperdício de água, sendo um sistema mais controlado, regando as plantas de acordo com a necessidade delas.

Que tal montar um desses para o jardim da sua casa? :)

 

 

Ciclistas ganham uma aliada na hidratação: a garrafa que transforma ar em água potável

É muito importante que os ciclistas mantenham-se hidratados enquanto estão praticando atividades físicas. Em 2014, o designer austríaco Kristof Retezár criou um aparato que torna a vida dos ciclistas mais fácil e mais sustentável: a Fontus, uma garrafa que se enche de água sozinha.

A Fontus surgiu primeiramente como uma alternativa para ajudar as pessoas que moram em regiões em que há escassez de água. O dispositivo funciona de maneira muito simples e natural, já que se utiliza do processo de condensação da umidade que está no ar.

Adaptada para a prática esportiva, com os ciclistas a Fontus funciona assim: o ar úmido é captado enquanto eles pedalam e entra no aparelho. Lá dentro, ele se colide com uma série de relevos, que atuam como obstáculos para reduzir bruscamente a velocidade deste o fluxo de ar. Desta forma, o vapor se condensa e se transforma em pequenas gotas d’água.

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E o que a bicicleta tem a ver com tudo isso? O papel dela é o de pressurizar bem a entrada do ar, para que uma quantidade de água relevante possa ser capturada. Como toda essa estrutura do condensador necessita de energia elétrica para seu funcionamento, a Fontus já vem com um pequeno módulo solar instalado na parte de cima da garrafa, que já é o suficiente para dar autonomia para a bateria embutida. O dispositivo pode obter até 0,5 litro d’água em apenas uma hora se as condições meteorológicas forem justas e em até 30 minutos em condições ideais, com a umidade relativa do ar em 80% ou 90%.

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Em termos de purificação de água, a Fontus consegue filtrar macroestruturas, como insetos e poeira, entretanto micropartículas ainda não são retidas com 100% de precisão. A água da Fontus é retirada do ar e é própria para beber, mas sua qualidade ainda pode melhorar muito e a intenção do designer é corrigir esses pontos até a versão final. A chegada da garrafa ao mercado está prevista para o segundo semestre de 2016, e o produto irá custar cerca de 100 dólares. Além de serem usadas na prática esportiva, as bicicletas têm se tornado um meio de transporte cada vez mais comum em muitas cidades pelo mundo e a Fontus surge como uma importante alternativa sustentável para a hidratação.

E você, o que achou da novidade?

 

Prazer, compostagem! Conheça a técnica que transforma lixo orgânico em adubo.

Parece nome de técnica para fazer conservas, não é? Mas a compostagem, na realidade, é um processo biológico que transforma matéria orgânica em adubo orgânico. Em outras palavras: faz com que restos de alimentos que iriam para o lixo se transformem em alimento para agricultura e jardinagem.
Feita desde muito em diversas partes do mundo, principalmente em áreas rurais, a compostagem dá uma nova e importante utilidade ao que poderia ser descartado em lixões, ruas e rios. Sabemos que o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de micro-organismos, além do aparecimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos seres humanos.

 

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Evitando poluição/contaminação e gerando renda, a compostagem é um processo duplamente valioso, que timidamente começa a ter adeptos nas grandes cidades.

 

Existem diferentes técnicas de compostagem, que dependem do volume de matéria orgânica a ser trabalhada e também do espaço disponível para sua alocação. Ela pode ser mecânica (que utiliza micro-organismos patenteados, capazes de rapidamente se reproduzir e realizar o processo), seca (decomposição dos alimentos por micro-organismos naturalmente presentes) ou a vermicompostagem. Esta última, uma das utilizadas em centros urbanos, é realizada com minhocas, que ajudam a transformar da matéria orgânica em adubo. Ela é feita em uma composteira que possui compartimentos para cada estágio do processo.

 

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Créditos: Composta São Paulo

 

Com essa técnica, há a formação do vermicomposto, que é o produto obtido por meio da ação das minhocas em resíduos orgânicos. Ele também é conhecido como húmus de minhoca e é um ótimo adubo orgânico, muito rico em flora bacteriana. É, pode-se dizer, a matéria orgânica “reciclada”, com excelentes propriedades de enriquecimento de solo para agricultura ou jardinagem.

A Prefeitura da cidade de São Paulo, unida a concessionárias de coleta de lixo, realizou um projeto-piloto chamado Composta São Paulo, para estimular a prática e entender a viabilidade da compostagem doméstica com minhocas.  O projeto, implementado em 2014, contou com voluntários que receberam materiais para realizar a compostagem em casa. Os desafios e os resultados podem ser conferidos aqui.

Em tempos em que uma sociedade mais sustentável é a chave para novas (e necessárias) relações entre homem e meio ambiente, a compostagem nos aproxima da natureza e gera novos hábitos, podendo transformar as cidades!

O que você acha da ideia? Compartilhe com a gente!

Confira o vídeo do Composta São Paulo:

Você sabia que já existe uma máquina de lavar roupa portátil e que não utiliza energia elétrica?

Há cerca de 3 anos, surgiu um projeto nos Estados Unidos, com o intuito de ajudar famílias e comunidades de países em desenvolvimento que não têm acesso à energia para lavar suas roupas. Além disso, nos países em desenvolvimento, o simples ato de lavar roupa  pode ser uma tarefa árdua e até perigosa. Quando não se tem possibilidades para ter uma máquina de lavar roupa ou sequer acesso à eletricidade, uma simples viagem ao rio ou tanque pode levar a ataques por parte de animais ou pessoas, sem contar as dores geradas por carregar o peso e por debruçar-se para esfregar as roupas.

GiraDora-maquina-de-lavar-roupa-a-pedalPensando em evitar todos esses problemas e em ajudar essas comunidades, Alex Cabunoc e Jia You criaram a máquina de lavar e secar chamada GiraDora, que funciona com um pedal, impulsionado apenas pela força dos pés. A GiraDora ainda está em fase de testes para seguir o seu caminho de ser comercializada a um baixo custo. Enquanto isso, já é possível comprar uma máquina semelhante, desenvolvida por uma equipe de designers canadenses: a Drumi.

A máquina portátil que também lava e seca funcionando a pedaladas foi projetada pela startup Yirego, que estava buscando uma alternativa para reduzir o consumo de água e energia da máquina de lavar doméstica convencional. O aparelho é divulgado com foco no público que vai viajar para lugares remotos ou acampar, e pode levar a máquina no porta-malas, já que ela é bastante compacta, medindo apenas 56 cm de altura.

A máporta-malasquina Drumi é capaz de limpar 6 ou 7 peças de roupa de uma só vez, com apenas 5 litros de água, e funciona com a energia mecânica de um pedal, semelhante às antigas máquinas de costura. Mantendo o ritmo das pedaladas por cinco minutos é possível realizar a primeira parte do processo, que é dividido em três etapas: lavagem, enxágue e secagem rápida. Depois de girar o tambor e para trás por cinco minutos acionando o pedal, é só drenar a água por meio de um botão de pressão, adicionar mais cinco litros de água de lavagem e, em seguida, pressioná-lo por mais cinco minutos antes de fazer a drenagem.

Quer entender melhor como ela funciona? Então, confira o vídeo abaixo e descubra mais:

Conheça algumas dicas para cuidar melhor das suas plantas no verão!

Com as altas temperaturas e o ar seco de umas das estações mais alegres do ano, não somos só nós que precisamos de alguns cuidados especiais e de atenção redobrada. As plantas que temos em casa também podem sofrer muito com o calor se não tomarmos as devidas medidas para que elas fiquem sempre bonitas e saudáveis. Então, seja para você que tem um jardim bem grande em casa ou apenas alguns vasinhos na sala, descubra algumas dicas que podem te ajudar nesse verão:

1 – Sombra e água fresca não fazem mal a ninguém

Nos meses de verão, evite regar as plantas ao meio-dia, sob o sol forte, e não exponha diretamente as plantas ao sol durante muito tempo, pois elas podem sofrer queimaduras. Quando o sol está forte, a terra fica muito aquecida e água que você colocar na planta, irá evapora antes mesmo de chegar até as raízes. Além disso, molhar folhas e depois expô-las ao sol facilita o surgimento de queimadoras e manchas.

O ideal é regar as plantas de maneira mais profunda, uma vez a cada dois dias (de manhãzinha ou no fim da tarde), porque uma quantidade excessiva de água também pode ser prejudicial para as plantas. Para saber quando elas estão precisando ser regadas, use as mãos como termômetro: toque o solo, pressionando com os dedos e verifique a umidade da terra. Se os seus dedos ficarem “sujos de lama”, ainda há água o suficiente na terra,

Para que as suas plantas possam curtir o solzinho de verão sem correr riscos, coloque-as numa zona fresca, que alterne períodos de sol e sombra. Sem deixar que elas fiquem diretamente expostas à radiação solar, o território está limpo para colocar na varanda ou no terraço até mesmo as plantas de interior e aquelas que foram cultivadas na sombra.

2 – Faça a poda constante e recolha folhas e flores secas

Cortar com a frequência correta ramos e folhas secas é muito importante, e não apenas para manter o jardim sempre bonito. Plantas ornamentais devem receber poda constante para que todos os nutrientes por elas absorvidos sejam utilizados na produção de novas folhas e flores, deixando o caminho mais livre e favorável para o crescimento da planta. Aproveite também para molhar todas as folhas da planta com uma esponja embebida em água.

Com o calor, é ainda mais importante ficar atento em recolher folhas e flores secas que caem na base de vasos e floreiras, já que durante os dias mais quentes elas abafam o solo e dificultam a circulação do ar pela terra.

3 – Retire as pragas

Se por um lado as suas plantinhas ficam deslumbrantes com a umidade das chuvas de verão, por outro as pragas também se fortalecem muito nessa época. Elimine as ervas daninhas da terra próxima às plantas, e fique atenta aos parasitas e fungos que se desenvolvem no caule. Eles costumam se instalar no verão. Se quiser, você também pode acrescentar fertilizante ou produtos específicos para pragas e parasitas nos seus vados.