Conheça a lista dos 15 alimentos e bebidas que você deve evitar consumir se não estiver com a hidratação em ordem

Sempre ouvimos falar dos alimentos que são ricos em vitaminas, nutrientes e água, mas raramente sabemos quais alimentos e bebidas deixam o nosso corpo mais desidratado. É importante complementar a hidratação do corpo com frutas, verduras e legumes ricos em água, como já falamos aqui mesmo no Blog, indicando ótimas opções.

Na dúvida, escolha sempre água pura, principalmente quando estiver com o corpo desidratado. Na lista abaixo, é claro que o café e alguns alimentos muito salgados estão presentes, mas há algumas surpresas. Confira:

1 – Refrigerantes – É a grande quantidade de açúcar presente nestas bebidas que o desidrata, mesmo que no momento em que se beba o refresco com gelo, pareça saciar a sede.

2 – AspargosApesar de existirem algumas controvérsias sobre a informação, é possível que esta verdura seja diurética graças ao aminoácido com que conta na sua composição.

3 – Bebidas AlcoólicasO alcool é bastante diurético, como já pode ter experenciado numa noite de copos.

4 – Alcachofra – É mais um alimento diurético, sendo antigamente utilizado como remédio caseiro para este mesmo efeito

5 – Beterraba – Embora tenham propriedade diuréticas, o seu efeito é mais eficaz quando consumido em grandes quantidades

6 – Refeições ricas em proteína – É benéfico para quem quer ganhar músculo, mas quando a prática é excessiva, resulta em desidratação do corpo.

7 – Carne Curada – São muito ricas em sal e, como qualquer comida salgada, a desidratação é inevitável

8 – Molho de soja – Se tem dúvidas quanto à quantidade de sal que este condimento conta, veja os números: uma dose conta com 879mg de sódio (sal)

9 – Batatas Fritas – Fritos e sal – tudo o que um corpo desidratado não precisa.

10 – Comida pré feita – Na dieta americana, é deste tipo de alimentos que advém a maior parte do sal consumido.

11 – Bebidas energéticas – Um estudo a tais bebidas aponta vários riscos associados ao consumo de bebida energéticas durante o treino, entre as quais a desidratação

12 – Chás detox – Muitos contam com laxantes na sua composição

13 – Café – A desidratação por cafeína dá-se quando a bebida é consumida em excesso, devido ao seu fator diurético.
14 – Água de coco – muito menos hidratante que a água pura.

15 – Sucos artificiais – Os sucos não naturais estão cheios de calorias vazias, o que desidrata o corpo. Além disso, são ricos em carboidratos.

Se quiser saber mais sobre os melhores alimentos para a saúde e aqueles que você deve evitar, em diferentes situações, confira o site https://www.eatthis.com. 😉

Conheça 10 alimentos que ajudam a manter seu corpo hidratado

Nunca é demais lembrar que tomar água é prioridade quando se fala de saúde. Manter o corpo hidratado é essencial para que o corpo funcione perfeitamente. Beber água é certamente a melhor maneira de se fazer isso, mas não é a única. Muitas pessoas não sabem, mas os alimentos, além de possuírem diversos nutrientes, são também uma excelente fonte de hidratação.

Antes de ver a lista com 10 alimentos ricos em água, é importante fazer um alerta: a água é insubstituível e apenas 10% do total da ingestão de líquidos de uma pessoa pode ser feita por meio dos alimentos. Se possível, escolha comer a maior parte dos alimentos crus, já que quando cozinhamos, fritamos ou assamos um alimento, ele perde água nesse processo.

Conheça as frutas, verduras, legumes, cereais e grãos que listamos para ajudar na sua hidratação:

shutterstock_94476487Abacate cru – possui 83,8% de água, lipídeos, carboidratos, fibras, cálcio magnésio, manganês, fósforo, potássio, cobre, zinco, riboflavina e vitamina C.

Acerola crua –  possui 90,5% de água, carboidratos, fibras, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, cobre, zinco, riboflavina, niacina e vitamina C.

Arroz integral cozido – Esse alimento possui cerca de 70,1% de água, além de conter carboidratos, fibras (que ajudam a saciar a fome e colaboram no funcionamento do intestino), fósforo, potássio, manganês, cobre, zinco, tiamina e piridoxina.

Espinafre cru – Possui 94% de água em sua composição, além de proteínas, carboidratos, fibras, cálcio, magnésio, manganês, fósforo, ferro, sódio, potássio, cobre, zinco, carotenoides, tiamina, riboflavina, piridoxina e vitamina C.

Abobrinha italiana – Tem 93,9% de água em sua composição, além de possuir fósforo e potássio.

Brócolis cozido – A verdura na sua versão cozida possui 92,6% de água, além de fibras, cálcio, magnésio, fósforo, potássio e vitamina C.

Couve-flor cozida – 94,3% de água, fibras, fósforo, potássio e vitamina C.

Feijão carioca cozido – Tem 80,4% de água e mais proteínas, carboidratos, fibras, cálcio, magnésio, manganês, fósforo, ferro, sódio, potássio, cobre, zinco, tiamina, piridoxina e niacina.

Filé de peixe abadejo grelhado – O peixe, além de saudável e mais leve que a carne vermelha, possui 71% de água, além de proteína, cálcio, magnésio, fósforo, sódio, potássio, zinco, retinol e tiamina.

Pepino cru – Possui 96,8% de água, além de fósforo e potássio.

Tomate cru com semente – Contém 95,1% de água, além de fibras, magnésio, manganês, fósforo, potássio, cobre, zinco, tiamina, piridoxina, vitamina C e carotenoides.

Da próxima vez que for ao mercado, não se esqueça de incluir esses alimentos para manter a saúde e a hidratação sempre em dia!

Você sabe por que os nossos dedos “murcham” depois que passamos muito tempo na água?

Quando tomamos aquele banho mais demorado ou passamos o dia todo no mar, na piscina ou no lago num dia bem quente de verão, os dedos das nossas mãos e pés ficam todos enrugados, parecendo que murcharam.  Este fenômeno acontece com todo mundo e é perfeitamente natural, mas você já se perguntou por que ele acontece?

Algumas pessoas pensam que a pele fica desidratada e, por isso, o aspecto murcho da pele. Mas, essa explicação está completamente equivocada. De maneira resumida, podemos dizer que o que ocorre é uma absorção excessiva de água na epiderme, a camada mais externa de nossa pele. A epiderme dos dedos é composta por uma proteína – a queratina – que forma uma barreira protetora limitada contra umidade, bactérias e corpos estranhos. O contato prolongado com a água, porém, faz com que as células da epiderme acabem absorvendo água e inchando. Para caber o volume de água absorvido, a pele enruga.

Este efeito de enrugamento ocorre mais nas extremidades do corpo (mãos e pés) por serem estes locais de maior concentração de umidade. E se a água estiver quente ou morna, o enrugamento é mais intensificado e a pele apresenta aspecto ainda mais envelhecido. Habitualmente a pele retorna a sua normalidade alguns minutos após a secagem, por evaporação da água de sua superfície

Um estudo realizado nos útlimos anos por cientistas ingleses aponta que esta característica pode ser uma vantagem evolutiva adquirida pelos seres humanos. Na Universidade de Newcastle, ao norte da Inglaterra, cientistas solicitaram que voluntários pegassem bolas de gude imersas em um balde d’água com uma mão, passando as bolinhas por uma pequena abertura para a outra mão, para colocá-las em outro local.

O estudo sugere que as rugas têm a função específica de tornar mais fácil o manuseio de objetos embaixo d’água ou de superfícies molhadas em geral, o que pode ter sido uma vantagem para os primeiros humanos quando procuravam por alimentos na natureza.

Por muito tempo, acreditava-se que os dedos enrugados indicavam apenas uma reação automática, provavelmente sem nenhuma função. Porém, estas últimas pesquisas revelaram que as rugas são um sinal de vasoconstrição como resposta à água, o que, por sua vez, é uma reação controlada pelo sistema nervoso. Isso indica que é muito provável que este seja um resultado da evolução, uma vez que esta resposta não seria selecionada se não conferisse algum tipo de vantagem.

Fontes: Terra, BBC, Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS

 

Em boca fechada não entra água salgada: saiba porque é importante evitar engolir água do mar nos mergulhos do verão.

Quem gosta de dar um bom mergulho ou pratica alguma atividade esportiva no mar certamente já engoliu um pouco de água salgada. Muitas vezes, com ondas fortes, é bastante complicado evitar essa situação, mas, um estudo britânico revelou uma descoberta que vai incentivar todo mundo a manter a boca fechada quando entrar no mar.

Já se sabe a água do mar não é potável, que não deve ser consumida em função da elevada concentração de sal que apresenta. Essa água é rica em cloreto de sódio, o mesmo sal que usamos para preparar alimentos, e esse excesso de sal no nosso corpo faz com que as células comecem a perder água por osmose, o que provoca desidratação. Além desse problema, a água do mar possui alguns outros sais que provocam irritação intestinal. Essa irritação pode desencadear quadros de diarreia e, consequentemente, levar à perda de uma maior quantidade de água.

Porém, um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, aponta que engolir água do mar com frequência pode aumentar a contaminação por superbactérias. Neste cenário, os surfistas é que estão expostos a um risco 9 vezes maior.

Este estudo comparou os resultados de bactérias presentes no intestino de 300 pessoas: 150 delas têm o hábito de surfar regularmente e as outras 150 praticavam poucas atividades no mar. Os resultados mostraram que 9% dos surfistas, em comparação com 3% das pessoas que não praticavam a atividade, carregavam uma espécie de E. Coli (bactéria presente nas fezes) resistente à cefotaxima, antibiótico comumente usado contra essa bactéria.

Mesmo sendo uma amostra pequena e com uma porcentagem não muito expressiva, já é possível encontrar uma relação entre o aumento da resistência ao antibiótico com a quantidade de tempo gasto no mar. De acordo com os pesquisadores, antimicrobianos são comumente utilizados na medicina, agricultura e outras áreas públicas e as práticas de tratamento de águas e resíduos podem transportar essas substâncias diretamente para o oceano, onde surfistas e banhistas podem estar expostos a elas.

 

Então, na hora de entrar no mar, redobre o cuidado para não ingerir água e aproveite o verão! 😉

 

Você já ouviu falar da água cinza?

Curioso pensar em água que não seja transparente, não é?  Mas, esse termo existe para denominar uma água reutilizada: a água cinza ou cinzenta é qualquer água não-industrial, que foi usada em processos domésticos, como o banho ou lavar a louça e a roupa. Esse tipo corresponde entre 50% e 80% do esgoto residencial, recebendo esse nome pela sua aparência turva. Ela possui resíduos de alimentos e altas concentrações de produtos químicos tóxicos, provenientes de materiais de limpeza, entre outros.

Existe também a água negra, que é aquela água descartada que possui matéria fecal e urina. Ela recebe esse nome por conta da grande quantidade e composição dos seus produtos químicos e contaminantes biológicos, e por ser mais difícil de ser reciclada.

Apesar dos resíduos presentes e de parecer “suja”, a água cinzenta é uma fonte segura e até mesmo benéfica da água para irrigação. Além do evidente benefício econômico de poupar água, a reutilização de águas cinzas também ajuda muito o mei ambiente, já que a mantém fora do esgoto ou do sistema de fossa séptica, reduzindo as chances de poluir lençóis de água locais.

Existem muitas maneiras simples e econômicas para reutilização de águas cinzas até mesmo em casa, sendo a mais popular delas regar o jardim. Para isso, é preciso canalizá-la diretamente para fora da casa e usá-la para regar plantas ou árvores.

Se for tentar fazer um sistema de utilização de água cinza em sua casa, não se esqueça que é essencial não usar nada tóxico, fazendo uso de produtos naturais e sabonetes biodegradáveis, que não contêm ingredientes prejuciais as plantas. J

 

 

Água com açúcar realmente acalma?

No nosso país, é um costume oferecer um copo de água com açúcar a alguém que está muito nervoso, aflito e que acabou de passar por alguma situação muito estressante. Mas, será que essa combinação realmente tem efeito calmante?

Para muitas pessoas e muitos médicos, inclusive, água com açúcar não passa de uma crendice popular, funcionando apenas como um placebo. Um placebo é toda e qualquer substância sem qualquer propriedade medicinal ou farmacológica, que acaba tendo apenas um efeito psicológico para quem toma.

Ou seja, ao tomar água com açúcar, não existiria nenhuma substância calmante ativa fazendo efeito de fato no organismo, mas apenas a sensação da pessoa de que aquela mistura irá acalmá-la, o que muitas vezes funciona. O açúcar, quando ingerido, seja na água ou nos alimentos, é metabolizado pelo nosso organismo se transformando em glicose e frutose, duas importantes fontes de energia, que não possuem nenhum poder tranquilizante ou sedativo.

Porém, há quem acredite que água com açúcar tenha seu real valor. Isso se explica da seguinte maneira: o açúcar que é ingerido aumenta o nível de glicose no sangue, desencadeando a produção de insulina. Entre outras funções, a insulina é responsável por enviar sinais ao cérebro, aumentando o nível de serotonina. Já a serotonina, por sua vez, é um neurotransmissor que causa um efeito sedativo e calmante.

Como não há nenhuma comprovação científica a respeito da eficácia dessa mistura, a nossa famosa água com açúcar continuará dividindo opiniões. Então, na hora do nervoso,  é melhor contar até dez e respirar fundo ou então tomar um bom chá de camomila ou erva-cidreira para se acalmar. 😉

Doenças causadas por ingestão de água contaminada

Todos sabemos que é imprescindível beber água purificada. O consumo de água em condições impróprias ou de origem desconhecida é responsável por uma série de problemas de saúde. Mas será que temos conhecimento dos riscos que corremos e das doenças a que estamos expostos? A maioria das doenças transmitidas pela água é causada por micro-organismos presentes em reservatórios de água doce, habitualmente após contaminação por dejetos humanos ou de animais. A forma mais comum de contaminação é por meio da ingestão, seja diretamente bebendo água contaminada ou pelo consumo de alimentos lavados com água infectada. Listamos abaixo algumas doenças.

Hepatite A
A hepatite A é uma infecção viral transmitida pela via fecal-oral, ou seja, a pessoa precisa ter contato com fezes humanas contaminadas para se contaminar. A transmissão do vírus da hepatite A pode se dar pela contaminação de alimentos preparados por pessoas infectadas que não lavam as mãos após evacuarem ou pelo contato da água com fezes contaminadas, o que ocorre principalmente nos locais onde não há saneamento básico. Praias, rios e lagos que recebem esgoto não tratado podem ter suas águas contaminadas com o vírus da hepatite A. A doença apresenta-se habitualmente como um quadro de diarreia associada a perda de apetite, náuseas, vômitos, fraqueza, dor muscular, dor de cabeça e febre. Após uma semana surge a icterícia, sintoma clássico da hepatite A aguda, que se caracteriza por pele e olhos amarelados.

Diarreia Infecciosa
Importante causa de morbimortalidade no Brasil e em países subdesenvolvidos, a diarreia aguda tem incidência elevada e os episódios são frequentes na infância, particularmente em áreas com precárias condições de saneamento.  Vários vírus, germes, parasitas e bactérias podem contaminar a água, na maioria das vezes pela via fecal-oral, e causar quadros bem graves de desidratação. A manifestação predominante é o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Com frequência, é acompanhada de vômito, febre e dor abdominal.

 

Amebíase
Assim como a diarreia, a amebíase é adquirida por comer ou beber algo contaminado com material fecal. Essa doença é causada por uma ameba chamada E. histolytica, que entra no trato digestivo como um minúsculo ovo. As amebas se alimentam do muco da parede intestinal e começam a reprodução, se espalhando cada vez mais. A doença pode ser branda ou extremamente dolorosa quando o quadro se complica, sendo responsável por cerca de 100 mil mortes no mundo inteiro. A patologia é tratada com antibióticos.

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A ingestão ou o contato com água contaminada pode causar inúmeras doenças

 

Cólera
A cólera é uma infecção que ataca o intestino dos seres humanos e também é transmitida pela via fecal-oral, podendo ser adquirida por água e de alimentos contaminados. A Vibrio cholerae, bactéria causadora da doença, instala-se no intestino e passa a produzir uma toxina que ataca as células intestinais, provocando uma grave diarreia e fazendo com que o organismo elimine uma grande quantidade de água e sais minerais, acarretando séria desidratação. Quando a doença se manifesta, apresenta os seguintes sintomas: náuseas e vômitos, cólicas abdominais, diarréia abundante, esbranquiçada como água de arroz, podendo ocasionar cãibras e a perda de até um litro de água por hora.

 

Ascaridíase
É a verminose intestinal humana mais disseminada no mundo, causada por um parasita chamado Ascaris lumbricoides, popularmente conhecido como lombriga. A contaminação acontece quando há ingestão dos ovos infectados do parasita, que podem ser encontrados no solo, água ou alimentos contaminados por fezes humanas. O único reservatório é o homem. Se os ovos encontram um meio favorável, podem contaminar durante vários anos.

Créditos na imagem de capa: Paul Prescott/Shutterstock.com

 

Prazer, compostagem! Conheça a técnica que transforma lixo orgânico em adubo.

Parece nome de técnica para fazer conservas, não é? Mas a compostagem, na realidade, é um processo biológico que transforma matéria orgânica em adubo orgânico. Em outras palavras: faz com que restos de alimentos que iriam para o lixo se transformem em alimento para agricultura e jardinagem.
Feita desde muito em diversas partes do mundo, principalmente em áreas rurais, a compostagem dá uma nova e importante utilidade ao que poderia ser descartado em lixões, ruas e rios. Sabemos que o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de micro-organismos, além do aparecimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos seres humanos.

 

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Evitando poluição/contaminação e gerando renda, a compostagem é um processo duplamente valioso, que timidamente começa a ter adeptos nas grandes cidades.

 

Existem diferentes técnicas de compostagem, que dependem do volume de matéria orgânica a ser trabalhada e também do espaço disponível para sua alocação. Ela pode ser mecânica (que utiliza micro-organismos patenteados, capazes de rapidamente se reproduzir e realizar o processo), seca (decomposição dos alimentos por micro-organismos naturalmente presentes) ou a vermicompostagem. Esta última, uma das utilizadas em centros urbanos, é realizada com minhocas, que ajudam a transformar da matéria orgânica em adubo. Ela é feita em uma composteira que possui compartimentos para cada estágio do processo.

 

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Créditos: Composta São Paulo

 

Com essa técnica, há a formação do vermicomposto, que é o produto obtido por meio da ação das minhocas em resíduos orgânicos. Ele também é conhecido como húmus de minhoca e é um ótimo adubo orgânico, muito rico em flora bacteriana. É, pode-se dizer, a matéria orgânica “reciclada”, com excelentes propriedades de enriquecimento de solo para agricultura ou jardinagem.

A Prefeitura da cidade de São Paulo, unida a concessionárias de coleta de lixo, realizou um projeto-piloto chamado Composta São Paulo, para estimular a prática e entender a viabilidade da compostagem doméstica com minhocas.  O projeto, implementado em 2014, contou com voluntários que receberam materiais para realizar a compostagem em casa. Os desafios e os resultados podem ser conferidos aqui.

Em tempos em que uma sociedade mais sustentável é a chave para novas (e necessárias) relações entre homem e meio ambiente, a compostagem nos aproxima da natureza e gera novos hábitos, podendo transformar as cidades!

O que você acha da ideia? Compartilhe com a gente!

Confira o vídeo do Composta São Paulo:

10 dicas para enfrentar o calor gastando pouca energia

O verão ainda nem chegou por aqui, mas as altas temperaturas já estão deixando o nosso final de ano bem tropical. Estamos acostumados com a nossa época de festas em noites quentes, mas sabemos que a temperatura média da Terra vem aumentando gradativamente, em função da emissão de gases do efeito estufa e que o calor só tende a piorar. Um estudo divulgado em novembro pelo Met Office, o serviço britânico de meteorologia, mostrou que só de janeiro a setembro deste ano, a temperatura média da Terra teve um aumento de 1,02 grau Celsius em relação ao início da Revolução Industrial. É a primeira vez que se registra um aumento dessa relevância, ultrapassando a marca do 1 grau Celsius. Portanto, para ajudar você a se refrescar poupando o meio ambiente, sem gastar muita água em banhos demorados ou energia com ar condicionado ligado o dia todo, separamos 10 dicas bem legais e fáceis de aplicar no dia a dia:

1– Hidrate-se muito bem, bebendo muita água, bebidas e alimentos refrescantes.

A hidratação é fundamental nos dias quentes. Bebidas geladas e alimentos frescos, como frutas e picolés de fruta, são boas opções para diminuir a temperatura do corpo e trazer mais conforto durante o verão.

2 – Deixe as cortinas da sua casa fechadas ao longo do dia.

Se você não tem nenhum tipo de filme que reflete a luz solar aplicado em suas janelas, as cortinas serão sua principal aliada para não superaquecer sua casa no verão. Mantendo as cortinas fechadas, você consegue bloquear a entrada excessiva de luz do sol e deixar o seu ambiente interno um pouco mais fresco.

3– Substitua as lâmpadas incandescentes

As vantagens de substituir as lâmpadas incandescentes ou “quentes” pelas lâmpadas brancas (ou “frias”) já são conhecidas: as lâmpadas frias ou de LED são muito mais econômicas e duráveis que as incandescentes. Além disso, as lâmpadas brancas também ajudam a refrescar as altas temperaturas do verão, uma vez que produzem muito menos calor que as que as lâmpadas quentes e,com essa simples substituição, você pode ajudar a diminuir o calor nos ambientes fechados e poupar energia.

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4 – Aproveite ao máximo o ar fresco da noite

Durante a noite, é comum que o ar não esteja tão abafado quanto durante o dia, então esse é o momento ideal para abrir todas as janelas da casa e deixar formar uma corrente de ar mais fresco. Previna-se da entrada de mosquitos e lembre-se de fechar as janelas e as cortinas novamente antes que o dia amanheça e que o sol volte a esquentar a casa.

5 – Use truques para umidificar o ar nos cômodos da casa

Um dos maiores desconfortos do calor é a sensação gerada pela falta de umidade, que deixa o ar abafado e “seco”. Para tentar melhorar isso dentro de casa, você pode utilizar recipientes cheios de água fresca em cada ambiente, como baldes e bacias. Para quem tem crianças em casa, é preciso ficar alerta para que elas não se tropecem, escorreguem ou até mesmo se afoguem. Outra boa opção é molhar toalhas de banho ou panos e espalhá-los pela casa, no encosto de cadeiras e nas portas dos armários, por exemplo.

6 – Faça versões geladas das suas receitas

A alimentação adequada também pode ajudar o seu corpo a ficar mais confortável no verão. Prefira refeições leves e consuma uma boa quantidade de frutas e verduras da estação. Se você costuma cozinhar em casa, uma boa dica é ser criativa e arriscar versões frias das suas receitas tradicionais, como um macarrão gelado ou uma sopa gelada (gazpacho). É uma delícia, experimente!

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7– Improvise o seu ar condicionado

Para não ligar o aparelho de ar condicionado e poupar energia, é possível deixar o ar mais gelado de uma maneira bem simples. Reutilize alguma garrafa de plástico que você tenha guardada, enchendo-a de água e deixando no congelador. Depois que ela estiver congelada, é só colocar a garrafa na frente de um ventilador ligado para ter ar gelado circulando pelo ambiente de maneira eficaz.

8 – Use roupas claras

No verão, podemos abusar dos shorts, regatas, saias, vestidos e chinelos. A ideia é ficar confortável e à vontade, e na hora de escolher qual roupa usar, prefira sempre cores claras e tecidos leves e naturais, como o algodão. As roupas sintéticas e muito justas apenas aumentarão a sensação de calor. O mesmo vale para as roupas de cama.

9- Quanto mais baixo, melhor

Sempre que puder, prefira ficar em lugares baixos, como o térreo de um sobrado. Como o ar quente é mais propenso a subir e se alojar mais próximo ao teto ou nos andares mais altos da casa, a melhor opção para estar num ambiente mais fresco é buscar o nível mais baixo do local.

10 – Sem tomar banho, mas com toalha molhada.

É comum que muitas pessoas tomem 2 ou até mesmo 3 banhos por dia no verão, mas essa é uma saída para combater o calor que custa muito caro para o meio ambiente. Então, aí vai uma dica: quando sentir muito calor e aquela vontade de tomar um banho bem gelado, coloque uma toalha molhada na testa ou no pescoço para diminuir a temperatura do corpo e se refrescar. Molhe a toalha novamente conforme sentir necessidade até que você se sinta mais confortável.

 

Fonte:http://www.dicasdemulher.com.br/7-maneiras-de-aliviar-o-calor-em-casa-sem-usar-ar-condicionado/

http://www.megacurioso.com.br/cotidiano/41903-15-dicas-para-sobreviver-ao-calor-sem-ar-condicionado.htm

Valorize frutas e legumes “feios”!

Responda rápido: no supermercado, quantas vezes você pegou um tomate meio torto ou um abacaxi com formato estranho e, sem pensar duas vezes, devolveu ao cesto? Supomos que algumas vezes, não? Esse é um hábito comum, e todos nós já nos pegamos escolhendo outra fruta ou legume com uma aparência mais bonita, mesmo quando o item “estranho” está igualmente adequado para o consumo.

Num universo em que o belo e o bom estão cada vez mais associados, nós escolhemos nossa comida (e vários outras coisas) por ser bonita, já que delimitamos que frutas, verduras e legumes saudáveis têm um determinado padrão na forma. Mas esse hábito é responsável por um enorme desperdício. Todos os anos, o equivalente a US$ 750 bilhões é registrado em perdas e desperdício de alimentos no mundo, seja por contaminação ou simplesmente pelo fato de um percentual de frutas, legumes e verduras serem considerados “feios”, ou seja, fora dos padrões estéticos para a venda em supermercados, hortifrutis e feiras. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em relatório sobre o custo anual com essas perdas. No Brasil, cerca de sete milhõarticle-2693000-1FA30DFD00000578-601_634x929es de toneladas de frutas e aproximadamente seis milhões de toneladas de hortaliças são desperdiçados por ano. O volume seria equivalente a 30% e 35% do total produzido, respectivamente.

Mas felizmente, na contramão dessa prática, vemos ganhar força campanhas contra desperdício de alimentos fora do padrão estético, e um dos incentivos é a repercussão internacional que o programa da cooperativa de consumo Fruta Feia, de Portugal, vem tendo desde que surgiu, no final de 2013. Hoje, a iniciativa conta com 500 consumidores associados e impede o desperdício semanal de duas toneladas de alimentos. Produtos pequenos, grandes demais ou disformes e que não conseguem ser escoados para supermercados são selecionados pelo projeto e vendidos em  duas opções de cestas, com custos entre € 3,5 a €7, em postos de coleta. Os compradores são famílias cadastradas, predominantemente de baixa renda.

No Brasil, os esforços ainda são tímidos, mas já existem. Sacolões volantes vendem frutas e hortaliças para comunidades com baixo poder aquisitivo, por preços mais em conta. O controle de desperdício também está na mira das redes supermercadistas: uma rede atacadista já implantou algo parecido em suas unidades da Vila Maria e de Parelheiros, onde vende onze tipos de legumes e frutas com 40% de desconto. Outra rede de varejo criou oferta de alimentos com descontos de até 40%, que são apresentados em uma gôndola sinalizada dentro das unidades.

Ajustar o olhar, refletir sobre um consumo consciente e procurar possibilidades muda o mundo. Que tal, da próxima vez, levar pra casa aquele tomate tortinho?

To point out the absurdity of throwing away food for aesthetic reasons, photographer Patrice de Villiers created some posters. They show various misshapen fruits & vegetables with messages like “Ugly Potato--Voted Miss Purée 2013,? "The Ugly Carrot--In a Soup Who Cares?" and "The Failed Lemon--From the Creator of the Lemon." The images were commissioned by Intermarché, the third-largest grocer in France. It used them for its "Inglorious Fruits & Vegetables" campaign, which offered discounts for specimens that would normally be thrown away. "The most vital element was ensuring the ‘strange but lovable’ theme shone through," de Villiers said in an email. "[I] spent time observing our uglies trying to find the precise angle which showed both their ‘ugliness’ and their loveliness, finding their unique character." "It’s the taste that matters," she adds. "Given the vast amount of fresh produce needlessly thrown away, the sooner more supermarkets implement something like the Intermarché strategy the better." In fact, Intermarché only gave discounts at a few stores in a single French town, and only for a two-day period. But you get the photographer's point. It would be good if we started thinking about food for its taste, nutrition, and calorie value--not for how it appears on the shelves.

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